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Muitas vezes, as pessoas decidem seus investimentos baseadas apenas na perspectiva de rentabilidade. O prazo também pode ser considerado relevante. Mas você saberia dizer o que é liquidez e qual a sua importância par seus investimentos?


Esse conceito econômico é fundamental no mercado de investimentos e fala do acesso que você pode ter ao seu dinheiro aportado. Ainda assim, ele costuma gerar muitas dúvidas entre investidores.


Neste artigo, vamos esclarecer algumas delas e demonstrar por que é fundamental considerar o quão líquido é um investimento antes de investir seu dinheiro. Confira!


O que é liquidez?


De início, vamos conhecer o conceito de liquidez. Ele corresponde à facilidade e velocidade com as quais um ativo pode ser convertido em dinheiro novamente. Ou, em uma definição mais simples, é a capacidade de transformar um ativo (bens ou investimentos) em dinheiro.


A partir de tal contextualização, pode-se compreender que quanto mais rápida for a conversão do ativo em dinheiro, mais líquido ele será. Um ativo com pouca liquidez, portanto, é aquele mais difícil de ser resgatado.


Os motivos podem ser diversos. Por exemplo, simplesmente pela falta de compradores ou mesmo pelo tempo necessário para liquidar o investimento. A venda de um imóvel é considerada de baixa liquidez, já que costuma ser necessário um tempo maior até conseguir efetivá-la.


Já no mercado financeiro, os investimentos podem ter características variadas. Alguns podem ser resgatados a qualquer momento, como a poupança. Outros são negociados em dias úteis e há, ainda, aqueles que têm um prazo certo para serem convertidos em caixa para você.


A liquidez, na verdade, envolve duas dimensões: a facilidade de conversão e a perda de valor. Afinal, a velocidade é relativa, já que muitas vezes é possível ter resgate mais rápido perdendo os rendimentos da aplicação ou diminuindo o preço de venda de um ativo.


Quem deseja vender uma casa mais rapidamente provavelmente precisará reduzir o preço cobrado. Logo, podemos dizer que um investimento com alta liquidez é aquele que pode ser convertido em dinheiro com rapidez, sem que haja uma perda significativa de valor.


Por que a liquidez é importante?


Como você viu, um investimento com alta liquidez é aquele que lhe permite resgatar o dinheiro rapidamente, com facilidade, sem perder valor. Então, o que mede a liquidez de um investimento, em síntese, é seu grau de agilidade de conversão sem perda significativa de seu valor.


E por que é tão importante pensar sobre o assunto? Porque um investimento é parte do seu planejamento de futuro. O investidor está colocando o fruto do seu trabalho em uma aplicação ou ativo por determinado tempo.


Cada investimento faz parte do seu patrimônio. Assim, é preciso saber quando é possível contar com ele. Considerar a liquidez também é uma maneira de fazer escolhas mais eficientes. Isso porque você consegue programar cada ativo de acordo com o prazo de seus objetivos.


Por exemplo, para uma reserva de emergência, que precisa estar acessível diante de imprevistos, é necessário ter alta liquidez. Mas para um montante investido visando a aposentadoria daqui a algumas décadas, pode-se abrir mão da facilidade de resgate.


É fundamental ter em mente que na sua jornada acontecerão contratempos com os quais você vai precisar lidar financeiramente. Logo, antes de colocar um dinheiro em investimentos pouco líquidos, é preciso ter um colchão de segurança com alta liquidez.


Saiba mais sobre reserva de emergência em: O que é reserva de emergência e como planejar a sua


Qual é a relação entre liquidez e rentabilidade?


No mercado financeiro, existe o que se chama de tripé de investimentos. Ele é formado pela liquidez, a segurança e a rentabilidade. De modo geral, os três estão relacionados — mas não de forma equilibrada.


Em outras palavras, não é possível encontrar um investimento que tenha alta liquidez, ótima rentabilidade e grande segurança. A relação entre os três é de escolher alguns em detrimento de outros.


Assim, um erro comum de investidores é achar que pode encontrar o investimento perfeito. Uma alternativa com alta rentabilidade não tem necessariamente uma alta liquidez. Se tiver as duas, provavelmente tem maiores riscos.


Por isso, na hora de investir, é fundamental estar atento à relação entre as características. Assim, você poderá escolher o ativo mais adequado conforme a sua renda, o seu planejamento e o montante a ser investido.


A seguir vamos falar mais sobre a relação entre liquidez e rentabilidade. Continue a leitura!


Liquidez e rentabilidade


A verdade é que há uma diferença significativa entre liquidez e rentabilidade. O primeiro conceito diz respeito à capacidade do ativo de se transformar em dinheiro, enquanto o segundo se refere ao percentual de remuneração que você receberá ao aportar nele.


Mais do que diferentes, os dois termos costumam ter sentidos opostos. Ou seja, investimentos que oferecem melhor rentabilidade geralmente têm menor liquidez. Na renda fixa, por exemplo, é comum encontrar taxas de rendimentos maiores para o longo prazo — com liquidez baixa.


A possibilidade de deixar o dinheiro por um tempo maior investido, sem pedir resgate, dá ao emissor maior controle sobre ele. Logo, os títulos podem oferecer melhores remunerações, considerando o longo prazo.


Caso necessite do capital investido antes, por conta de algum imprevisto, ele ainda não estará disponível devido à baixa liquidez. Então, trata-se de uma questão estratégica: você precisa definir o que deseja priorizar ao investir: rentabilidade ou liquidez.


Vale a pena abrir mão da liquidez?


Essa é uma decisão que deve ser tomada considerando seus objetivos e preferências. Se você tem um aporte financeiro e está seguro em investir uma parte do seu capital a longo prazo, pode fazer sentido abrir mão da liquidez.


Para isso, é importante ter uma reserva emergencial. Desse modo, fica mais fácil priorizar a rentabilidade maior. Considerado tal contexto, o peso da baixa liquidez diminui. Contudo, pode não acontecer o mesmo em outros cenários.


Em uma situação na qual você não sabe quando vai precisar do dinheiro aportado — e não há uma reserva emergencial — a decisão mais sábia é priorizar a liquidez. Afinal, abrir mão dela para buscar rentabilidade pode fazer com que perca dinheiro por necessitar de um resgate antecipado.


Aplicar reservas financeiras que você guarda como fundo emergencial em ativos de baixa liquidez é uma decisão mal calculada. Como vimos, ela pode resultar em prejuízos. Imagine, por exemplo, que você aplicou suas reservas em um fundo de baixa liquidez e ocorreu um imprevisto importante.


A situação lhe custou algo em torno do valor que foi aportado, mas você não tem liquidez. Diante da impossibilidade de resgate imediato do investimento, você se vê obrigado a solicitar um empréstimo — e pagar juros. O que não seria necessário em um cenário de mais liquidez.


Os melhores investimentos por liquidez


Como você viu, a liquidez dos ativos é um fator de peso, tanto no mercado de renda fixa quanto no de renda variável. É preciso ficar atento a como ela funciona em cada classe e em cada investimento. Por isso, confira informações sobre os principais a seguir!


Liquidez da poupança


A poupança é considerada uma aplicação com altíssima liquidez (você pode retirar o dinheiro a qualquer momento), mas baixa rentabilidade. De fato, ela oferece liquidez diária, ou seja, você pode resgatar seu dinheiro no mesmo dia em que fizer a solicitação.


O funcionamento dela é semelhante ao de uma conta-corrente. Então é possível utilizar os valores todos os dias — inclusive fora dos dias úteis. Além de sacar e transferir, você pode também utilizar o cartão de débito para compras.


Contudo, a liquidez da caderneta pode não ser tão alta quanto se imagina. Isso porque a remuneração cai na conta apenas uma vez por mês, no dia do aniversário do depósito. Logo, se a aplicação foi feita no dia 3, o saldo será atualizado com os juros somente no dia 3.


Imagine, então, que você precisa do dinheiro no dia 2 do mês seguinte. Apesar de poder utilizá-lo, você não receberá rendimentos por ele. Assim, podemos dizer que a rapidez de resgate é alta, mas a chance de perder a rentabilidade existe.


Além disso, quem faz múltiplos depósitos em dias variados, precisa atentar para diferentes datas de aniversário. Isso quer dizer que os saques antecipados levam a perda de rendimento dos últimos 30 dias.


Sobre a poupança, também é válido dizer que seu rendimento é baixo quando comparado a alternativas seguras da renda fixa. Muitas vezes, ele fica menor do que a inflação — fazendo com que o investidor, na prática, perca poder de compra ao longo do tempo.


Para saber mais sobre o rendimento da poupança, acesse o nosso conteúdo sobre o tema.


Liquidez dos títulos públicos


A plataforma do Tesouro Direto, do Governo Federal, oferece diversos títulos públicos para investidores. Trata-se de renda fixa segura e mais rentável do que a poupança. As aplicações também têm alta liquidez — o emissor garante a recompra do título.


Dizemos que a liquidez é diária, pois a liquidação da operação e o recebimento do dinheiro costuma acontecer no mesmo dia ou em até um dia útil. Em relação ao risco de perda, ele depende do tipo de aplicação.


De modo geral, existem três tipos de títulos públicos negociados no Tesouro Direto. Embora a recompra seja garantida em todos, alguns apresentam maior risco de perder parte da rentabilidade. Eles são:

  • Tesouro Selic: com rentabilidade pós-fixada, cuja remuneração acompanha a taxa Selic;

  • Tesouro Prefixado: remuneram uma taxa acordada no ato do investimento;

  • Tesouro IPCA: estão atrelados à inflação e pagam também uma taxa prefixada a mais.


Normalmente, o Tesouro Selic é o que se apresenta mais estável para objetivos de liquidez diária. Já os outros dois tipos podem oferecer risco de perda para resgates antecipados. Isso acontece por conta da marcação a mercado.


A depender das taxas praticadas no momento atual, os seus títulos podem estar valendo mais ou menos. Assim, você não receberá a rentabilidade contratada, caso decida resgatar antes. Será o valor de mercado. Mas se o dinheiro fica até o final do prazo tudo acontece conforme o combinado.


Liquidez do CDB


Os CDBs, Certificados de Depósitos Bancários, são outros exemplos de títulos de renda fixa conservadores. Em geral, eles têm baixo risco. Já em relação ao nível de liquidez, ele pode variar de acordo com cada aplicação.


Investir em CDB significa emprestar dinheiro a um determinado banco, para que ele possa financiar suas atividades. Cada emissor oferece as características que deseja no título. Por exemplo, o prazo, a rentabilidade, as condições de investimento mínimo etc.


Existem títulos que apresentam liquidez diária. Já outros CDBs têm liquidez apenas no vencimento — o que significa que você só pode resgatar o valor com a rentabilidade no prazo combinado. Logo, como podemos ver, a liquidez alta ou baixa depende de cada caso.


De modo geral, as aplicações que oferecerem maior liquidez também possuem menores rentabilidades. Ou seja, o investidor é incentivado a deixar o dinheiro investido pelo prazo total — que pode ser de 2 anos, 5 anos etc.


Assim como os títulos públicos, a lógica de rentabilidade pode variar. No caso de um CDB prefixado, sua remuneração será definida no momento da aplicação. Em um CDB pós-fixado, os rendimentos geralmente seguem um percentual do CDI (Certificado de Depósito Interbancário).


Os CDBs ainda estão entre as melhores aplicações para investidores que buscam um seguro e com prazos diversos. Nos casos de liquidez diária, eles podem servir também a quem precisa de uma reserva líquida.


Confira nosso conteúdo sobre o investimento em CDB e veja mais detalhes sobre a aplicação.


Liquidez das LCIs e LCAs


As Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), são mais alguns ativos que geralmente aparecem no radar do investidor devido a um grande benefício: isenção de Imposto de Renda. Elas podem ter funcionamento semelhante ao CDB, mas normalmente envolvem um aporte financeiro maior e prazos mais longos.


Assim, também é comum terem liquidez mais baixa. Em alguns casos, elas apresentam liquidez diária. Porém, é preciso esperar um tempo de carência, que costuma ser de 90 dias. Depois desse período, você consegue fazer saques antecipados sem perdas.


Uma das principais diferenças em relação a outros títulos, como o CDB e títulos públicos, é a isenção de Imposto de Renda. Isso porque, ao investir em uma LCI, você financia projetos habitacionais e, ao investir em uma LCA, ajuda a fomentar o agronegócio.


Como as demais aplicações, uma LCA pode ter rendimentos atrelados a um percentual do CDI, a uma taxa prefixada ou ainda pela inflação + juros prefixados.


Liquidez da Letra de Câmbio


Para concluir investimentos de renda fixa, cabe mencionar ainda as LCs — ou Letras de Câmbio. Elas têm um propósito bem semelhante ao dos CDBs, mas se diferem porque são emitidas exclusivamente por instituições financeiras de crédito.


Como o principal negócio dessas companhias é emprestar dinheiro, elas costumam oferecer rendimentos interessantes para quem compra seus títulos. Uma LC pode remunerar em média mais do que as outras aplicações que citamos.


No entanto, como você já pode imaginar, esse tipo de título tem uma liquidez bem baixa. Ou seja, se você eventualmente precisar do dinheiro investido antes do prazo estipulado, provavelmente não será possível resgatá-lo. Além disso, os ganhos são tributados no IR.


Liquidez dos fundos de investimento


Os fundos de investimento são modalidades coletivas que permitem ao investidor aportar em uma cesta de ativos montada por um profissional. Cada fundo apresenta um gestor, responsável por fazer as escolhas.


Os fundos são muito variados e podem ter estratégias diversas. Eles podem investir, por exemplo, em títulos de renda fixa, títulos públicos, títulos cambiais, derivativos, commodities, ações, entre outros. A liquidez, assim como outras características, varia muito em cada tipo.


Por exemplo, fundos de renda fixa — em especial, os fundos DI — podem apresentar liquidez diária. Assim, possibilitam resgates a qualquer tempo com liquidação em até um dia útil. Já fundos mais complexos, como os de ações ou multimercados, podem apresentar um tempo para liquidação.


Em alguns, não é nem mesmo possível solicitar o resgate a qualquer tempo. Há fundos com carência e outros com saída apenas em períodos específicos.


Mas como saber, exatamente, qual é a liquidez do fundo em que você está investindo no momento da aplicação? Se essa é uma questão crucial, lembre-se de pesquisar sobre os prazos de cotização e liquidação dos fundos em que pretende investir.


As informações sobre isso devem constar no prospecto do fundo. O prazo de cotização representa o tempo necessário para transformar suas cotas em dinheiro. Já o prazo de liquidação corresponde ao tempo da transformação das cotas em dinheiro e a data em que o dinheiro será, efetivamente, disponibilizado na sua conta.


Ao somar os dois prazos, você descobrirá o tempo entre o pedido de resgate e a disponibilidade do dinheiro na sua conta bancária.


Liquidez da previdência privada


A previdência privada funciona como um fundo de investimento de longo prazo, com objetivos que geralmente tem relação com a aposentadoria. Logo, é de se esperar que a liquidez seja baixa, certo? Afinal, o intuito pode demorar anos ou décadas.


Há dois tipos de Previdência Privada: o PGBL, Plano Gerador de Benefício Livre e o VGBL, Vida Gerador de Benefício Livre. Ambos têm funcionamento parecido em termos de liquidez, pois as diferenças ficam em torno da tributação.


A previdência é um produto que pode ter bons potenciais de rendimentos a longo prazo. Mas, para isso, geralmente precisa oferecer baixa liquidez. Significa que não é fácil resgatar o dinheiro e há risco de prejuízo em casos de resgates antecipados.


Saiba tudo sobre esta modalidade em nosso Guia Completo de previdência privada.


Liquidez das ações


Além de alguns fundos de investimento, as ações são ativos conhecidos da renda variável. Em relação a elas, é interessante notar que, apesar de serem mais voltadas para o longo prazo, a liquidez pode ser alta.


Isso porque elas podem ser vendidas a qualquer momento durante o pregão da bolsa. Contudo, a liquidação das operações não é imediata. Geralmente, a bolsa precisa de uns dias para realizar o processo e disponibilizar o valor na sua conta.


Além disso, vale destacar que a liquidez não é a mesma para todas as ações. Algumas, como as que participam do índice Ibovespa, têm liquidez mais alta. Isso porque trata-se das empresas mais negociadas na bolsa. Ou seja, há mais interessados em comprar e vender.


Por outro lado, existem ativos com menor liquidez. Principalmente os papéis de empresas menores — as chamadas small caps. Como são negócios com menor volume de venda, nem sempre há interessados em comprar suas ações pelo preço desejado.


Assim, pode ser necessário abaixar o preço para atrair compradores — logo, você pode ter perdas. Então, como você pode ver, no caso das ações, a liquidez varia de acordo com o ativo em questão. Os papéis mais procurados do momento são também os mais fáceis de negociar.


Ainda em relação à liquidez de ações, fique atento: apesar de poderem ser vendidas rapidamente, os riscos inerentes a elas são mais altos. No curto prazo, seu patrimônio pode oscilar para baixo por conta das quedas da bolsa de valores.


Conclusão: onde investir meu dinheiro?


Agora que você já sabe o que é liquidez, certamente passará a considerar o que o conceito representa ao planejar seus futuros investimentos. O primeiro passo antes de investir é estudar o que pode acontecer a curto, médio e longo prazo na sua vida financeira.


Como vimos, a liquidez e o prazo dos investimentos precisam estar alinhados com a eventual necessidade de acessar o dinheiro investido. Nessa análise, é importante se perguntar questões como:

  • Qual é a sua estabilidade de emprego?

  • Quanto você economiza todo mês?

  • Quanto pretende economizar?

  • Quanto você gasta?

  • Quanto você quer gastar?

  • Quanto você vai estipular de reserva para eventos extraordinários?

  • Quais são as próximas viagens que você quer fazer?


Lembre-se de que abrir mão da liquidez geralmente significa não ter recursos disponíveis em conta para cobrir uma necessidade de gastos inesperados e emergenciais. Logo, ter uma reserva de emergência — em alta liquidez — é essencial para usufruir de equilíbrio.


Se você não tem a reserva de emergência ainda, é interessante considerar aportar seu capital em títulos com alta liquidez e seguros. Afinal, não adianta contar com a liquidez das ações, se elas estão expostas a riscos de perda pela oscilação da bolsa.


A falta de capital disponível em conta pode obrigá-lo a liquidar investimentos de longo prazo antecipadamente — com prejuízos. A outra opção é pedir empréstimos, que também representam perdas pela ação dos juros.


Leia também: 3 investimentos de baixo risco para a sua reserva de emergência


Diversifique


Uma recomendação que ajuda muito a lidar com a liquidez é gerenciar o capital através de diversos investimentos. A estratégia permite reservar sempre uma parte de suas economias para títulos de alta liquidez e, consequentemente, de fácil resgate.


Assim, não importa o que aconteça, você sempre estará amparado diante de uma emergência. Para diversificar da melhor forma, não deixe de considerar o tripé: a segurança, a rentabilidade e a liquidez. Em resumo, não existe uma única resposta para a pergunta: onde aplicar meu dinheiro?


Como vimos, a análise da liquidez e dos outros fatores ao investir depende do seu perfil e dos seus objetivos. Incluindo, claro, o tempo que pretende deixar o dinheiro investido. Lembre-se das informações deste post para escolher com mais cuidado!


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O conteúdo disposto neste artigo foi originalmente publicado no blog do BTG Pactual Digital, sendo toda a responsabilidade, direitos autorais e crédito devido a seus autores.


Desde o início do ano, estava claro que o desmatamento da Amazônia seria um tema sensível ao governo em 2020. Já em agosto do ano passado, os números mostravam forte tendência de alta na destruição da floresta. As notícias corriam o mundo.


“Cerca de 150 homens com 80 motosserras derrubaram freneticamente árvores com mais de 20 metros de altura. A corrida para pôr abaixo uma área de cerca de 5.000 hectares antes da temporada de chuvas, em setembro, durou meses. Tudo aconteceu à luz do dia, para quem quisesse ver. No começo de agosto, botaram fogo em tudo. Foi assustador.” O relato do pecuarista mineiro Mauro Lúcio Costa dava o tom do que viria a seguir.


No início de 2020, líderes empresariais aumentaram o volume das críticas à política ambiental de Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente. A palavra catastrófico passou a ser frequentemente associada ao termo desmatamento.


Em março, estava claro o tamanho do problema. A Amazônia havia perdido, em oito meses, uma área equivalente a três cidades de São Paulo. De acordo com o sistema Deter, gerenciado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, de janeiro a abril foram perdidos 1.202 km² de florestas, um aumento de mais de 50% em comparação ao ano anterior. Neste momento, a pandemia adicionava mais um fator de risco, especialmente aos povos indígenas.


A pressão internacional não demorou a aparecer. Supermercados britânicos ameaçaram boicotar os produtos brasileiros; investidores europeus, que controlam 2 trilhões de dólares em ativos, ameaçaram desinvestir no Brasil; e gestores de fundos com 20 trilhões de ativos gerenciados, enviaram uma carta aberta ao governo brasileiro alertando que o desmatamento representa um risco sistêmico aos seus portfólios. Os investidores, por sinal, eram os mais preocupados.


Usualmente culpado pelo desmatamento, o agronegócio também se mostrou insatisfeito com o andar da carruagem. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, se apressou em dizer que a agricultura e a pecuária brasileiras não precisam da Amazônia para crescer. As empresas do setor vislumbravam problemas para acessar mercados desenvolvidos, especialmente a Europa.


Em julho, numa iniciativa inédita, 38 grandes empresas brasileiras enviaram uma carta ao vice-presidente Hamilton Mourão pedindo o fim do desmatamento. Mourão já havia assumido o Conselho Amazônia, criado para coordenar as ações federais na região e para acalmar os ânimos dos estrangeiros. Entre as signatárias estavam Ambev, Cosan, Itaú, Klabin, Natura, Santander, Suzano e até a Shell. Em algumas semanas, o número de assinaturas chegou a quase 70.


Na tentativa de responder às críticas, o governo brasileiro editou um decreto proibindo as queimadas em todo o país por 120 dias. Mas, apesar do quase consenso entre investidores e empresários do tamanho do problema, o ministro da Economia, Paulo Guedes, viu “exagero” na reprovação da política ambiental de Salles.


Para a matéria completa, acesse: https://exame.com/invest/esg/retrospectiva-2020-o-ano-em-que-o-pib-percebeu-o-valor-da-amazonia/



O conteúdo disposto neste artigo foi originalmente publicado na Exame, sendo toda a responsabilidade, direitos autorais e crédito devido a seus autores.


O Comitê de Política Monetária (Copom) definiu a permanência da Selic em 2% ao ano na terça-feira, 15. Esse patamar baixo dos juros deve seguir impulsionando o deslocamento de recursos dos planos de previdência para fundos de renda variável. Em agosto, por exemplo, a diversificação das estratégias em fundos multimercado respondeu por 15% das aplicações no setor. Há quatro anos, o percentual era menor do que 6%, segundo a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi).


Esse volume tende a aumentar, não apenas pela baixa taxa de juro mas também por causa dos novos produtos disponíveis no mercado. Foi em 2015 que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) flexibilizou as regulamentações previdenciárias. Com isso, ela tornou o investimento mais abrangente, fazendo com que as instituições tenham mais capacidade de entregar ao cliente uma gestão ativa e maior rentabilidade.


“Hoje os produtos são mais sofisticados, flexíveis e conseguem entregar um processo eficiente e dinâmico”, explica Gabriel Escabin, head de Previdência do BTG Pactual digital. É por isso que o banco trouxe a indústria de fundos para a indústria de previdência.


Como funciona o sistema multifundos


Os planos do BTG permitem que o cliente invista em múltiplos fundos de investimento dentro de um único produto certificado pela Susep. Em outras palavras, ao contratar um plano de previdência, você tem acesso a vários fundos e flexibilidade de atuação, pois pode investir em ativos de renda fixa, variável e alocar valores com mais facilidade.


O banco digital oferece desde produtos mais conservadores, como o BTG Pactual Tesouro Selic, até produtos como o BTG Pactual Multiações, voltado para investimentos de até 100% do patrimônio em fundos de ações. As taxas de administração podem variar de acordo com o produto escolhido, mas sem segregar o patrimônio do cliente — em algumas seguradoras, quanto menor é o investimento do cliente, maior é a taxa. Outra vantagem do banco é que a taxa de carregamento (que cobra um percentual sobre cada depósito ou retirada) é sempre zero.


A flexibilidade justifica, inclusive, o baixo volume de resgates durante a pandemia nos fundos de previdência do BTG. Segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), o saldo líquido negativo acumulado entre março e maio foi de 7,2 bilhões de reais. Mas, enquanto os resgates na previdência foram maiores do que as aplicações, o banco digital teve menos de 1% de evasão de recursos. “Os clientes observaram suas oportunidades, saíram de produtos conversadores e foram para produtos mais sofisticados”, diz Escabin.


Para a matéria completa, acesse: https://exame.com/invest/selic-em-2-plano-multifundos-e-alternativa-na-previdencia/



O conteúdo disposto neste artigo foi originalmente publicado na Exame, sendo toda a responsabilidade, direitos autorais e crédito devido a seus autores.

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