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Muitas pessoas ainda acreditam que não é possível fazer investimentos com pouco capital. Elas pensam que essas alternativas são destinadas apenas aos que já possuem uma reserva financeira de valor considerável. Isso acontece por falta de conhecimento sobre onde investir com pouco dinheiro.


Você não precisa ter grandes valores para se inserir no mercado financeiro. Ele conta com várias alternativas acessíveis para quem tem pouco capital. Por isso, é importante desmistificar a ideia de que apenas os mais ricos podem investir.


Com os investimentos adequados e uma boa estratégia, é possível obter rentabilidade e aumentar seu patrimônio ao longo do tempo. Para tanto, não é preciso ter altos valores: basta se organizar, ter constância nos aportes e manter o foco para atingir suas metas.


Neste artigo, você entenderá a importância de começar a investir e conhecerá 12 alternativas de onde investir com pouco dinheiro. Confira!


Por que começar a investir agora?


Primeiro, é importante entender que investir é uma forma de ter mais segurança e prosperidade financeira. Apenas poupar e deixar o dinheiro guardado na conta corrente, por exemplo, não é o ideal. Isso pode gerar perdas no poder de compra ao longo do tempo.

Por outro lado, ao fazer um investimento, mesmo que com pouco dinheiro, o valor começa a se multiplicar. Os rendimentos aumentam seu poder de compra e ajudam a compor parte do seu patrimônio, que começa a crescer.


No entanto, a falta de conhecimento pode fazer com que você tome decisões pouco acertadas. Ou seja, que não combinam com o seu perfil de investidor ou seus objetivos. Portanto, quanto antes você começar a estudar sobre o tema e investir, melhor podem ser seus resultados no futuro.


O motivo é o tempo de maturação pelo qual muitos investidores devem passar até obter resultados significativos. Inclusive, isso pode ser percebido quando se trata de renda fixa ou variável.


No caso da renda variável, o longo prazo tem a vantagem de reduzir o efeito das oscilações e de diluir os riscos com o decorrer dos anos. Ainda, a economia real tende a crescer e se fortalecer em períodos maiores. Já na renda fixa, os juros compostos se acumulam no tempo, aumentando o capital.


Importância dos aportes frequentes


Constância é outro fator essencial no momento de acumular patrimônio. Não basta apenas poupar e investir, é necessário manter a disciplina nos aportes, mesmo que seja uma quantia pequena.


Portanto, controle o seu orçamento e faça planejamentos para investir com frequência. Essa atitude é essencial para ver o seu patrimônio crescer, o que pode ajudar a se manter firme em busca de suas metas.


Outro ponto importante é primeiro pagar os seus investimentos. A prática evita que você corra o risco de não ter dinheiro sobrando no fim do mês para investir. Então, pense sempre no investimento como uma conta fixa.


Uma dica é determinar um valor adequado ao seu orçamento e separar o dinheiro assim que receber seu pagamento. Dessa forma, será necessário adaptar seus gastos mensais ao restante que sobrou após fazer o investimento, e não o contrário.


Para te ajudar a no planejamento financeiro, leia também: 6 dicas essenciais para um controle financeiro pessoal eficiente.


Qual é o melhor investimento para quem tem pouco dinheiro?


Uma dúvida muito comum entre quem quer começar a investir trata de como fazer isso com pouco dinheiro. Nesse caso, o primeiro passo é ter em mente que não existe um investimento perfeito, pois a decisão sobre o investimento mais adequado depende de diversos fatores pessoais.


Comece avaliando o seu perfil de investidor, pois ele evidenciará a sua tolerância a riscos. Existem três tipos:

  • Conservador

  • Moderado

  • Arrojado


Em nível crescente de abertura ao risco e apetite por rentabilidade. A partir disso, é possível guiar suas escolhas.


Depois, defina os seus objetivos ao investir. O mercado financeiro é muito dinâmico e oferece opções para diversos planos. Então você deve identificá-los e pesquisar aqueles que combinam com cada meta e seus prazos.


Outro ponto importante é analisar o tripé dos investimentos: liquidez, risco e rentabilidade. Essas características influenciam diretamente nos resultados da sua carteira.


A liquidez representa a facilidade e rapidez com que você pode converter o investimento em dinheiro em caso de necessidade. Algumas alternativas apresentam liquidez alta, permitindo resgates a qualquer momento, sem perdas financeiras.


Outras, podem ter baixa liquidez, trazendo riscos de perdas no resgate antecipado ou maiores dificuldades no processo. Já a rentabilidade está relacionada com o resultado financeiro que você obtém ao investir.


Por fim, o risco trata das chances de sofrer perdas financeiras com o investimento. Muitas vezes, ele significa que há um maior potencial de ganho, mas é preciso entender que também pode acontecer o contrário.


Agora, vale conhecer as alternativas que o mercado financeiro oferece para escolher as mais adequadas para o seu caso. Saiba que, independentemente do valor que você tenha disponível, existem diversas opções para investir.


Como começar a investir com pouco dinheiro?


No BTG Pactual digital você encontra uma lista completa de modalidades de investimentos com o aporte inicial muito baixo. Você faz seus investimentos pelo aplicativo ou computador e a conta não possui taxa de abertura ou manutenção. Facilidade e praticidade para você começar sua jornada no mundo de investimentos. O momento de começar é agora! Abra sua conta no BTG Digital e faça seu dinheiro trabalhar para você!


Onde investir com R$ 30?


Se você tem apenas R$ 30 para investir, não se preocupe. O mercado oferece opções seguras e que rendem mais do que a poupança, como é o caso dos títulos públicos. Eles possuem prazos de vencimento distintos e podem ser adequados para diferentes objetivos.


É comum que seles sejam indicados para investidores iniciantes ou mais conservadores. Contudo, podem compor a carteira de qualquer investidor que queira diversificar o portfólio. Mas lembre-se de que essa estratégia deve estar de acordo com as suas necessidades.


No BTG Pactual digital, você encontra o catálogo completo dos títulos do Tesouro para investir. Mas é importante saber como funciona cada título disponibilizado pelo Governo Federal.


Entenda:


1. Tesouro Selic


O Tesouro Selic é um dos investimentos mais conhecidos por quem quer sair da poupança ou montar uma reserva de emergência. Trata-se de uma alternativa com rendimento pós-fixado que acompanha a taxa básica de juros da economia — a taxa Selic.


O Comitê de Política Monetária (Copom) realiza reuniões a cada 45 para definir o valor da taxa Selic no período. Isso significa que o rendimento do título pode variar ao longo do tempo. Uma das grandes vantagens do Tesouro Selic é que a rentabilidade é diária.


Assim, trata-se de uma alternativa com alta liquidez e que possibilita resgates antecipados sem perda de rentabilidade.


2. Tesouro prefixado


O Tesouro prefixado é uma opção com taxa de rendimento definida em um percentual no momento da contratação. Com isso, o investidor sabe exatamente quanto receberá no fim do período se mantiver o investimento até a data de vencimento.


Ele também tem alta liquidez, pois o Governo Federal garante a recompra de todos os títulos do Tesouro. Todavia, por ter uma taxa fixa está mais exposto à marcação a mercado, o que pode afetar o preço de venda antecipada.


Na prática, isso significa que o produto pode estar sendo negociado a um valor menor no momento do resgate antecipado. Além disso, existem dois tipos de títulos do Tesouro prefixado no mercado: com juros no vencimento ou com pagamento de cupons semestrais.


No primeiro caso, o valor aportado é pago acrescido de juros na data de vencimento. No segundo, os juros do período de 6 meses são creditados na conta do investidor. Essa alternativa pode agradar quem deseja uma renda recorrente.


3. Tesouro IPCA


O Tesouro IPCA é uma modalidade chamada híbrida, pois combina uma taxa pós-fixada com outra prefixada. Para isso, ele utiliza o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) — a taxa oficial de inflação brasileira.


Ainda há o acréscimo de uma taxa fixa, definida pelo emissor. Por esse motivo, seu dinheiro renderá sempre acima da inflação e não perderá poder de compra ao longo dos anos. Em geral, são títulos de médio a longo prazo e que podem ser utilizados por quem deseja complementar a aposentadoria, por exemplo.


Assim como o Tesouro prefixado, essa alternativa pode pagar os juros no vencimento ou com cupons semestrais. Com relação à tributação, todas as alternativas oferecidas pelo Governo seguem a tabela regressiva do Imposto de Renda.


A alíquota mínima é de 15% para investimentos com, pelo menos, 720 dias. Com relação à proteção, não há cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) em nenhum título. Entretanto, eles contam com a garantia do Tesouro Nacional e são considerados os investimentos mais seguros do país.


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Onde investir com R$ 100?


Quem tem um pouco mais de dinheiro para investir tem acesso a mais opções no mercado. Além dos títulos do Tesouro, existem outras alternativas tanto na renda fixa quanto na renda variável. No entanto, os riscos também podem ser maiores e devem ser bem avaliados.


Cabe ressaltar que o BTG Pactual digital tem uma prateleira completa de produtos para quem quer começar a investir ou diversificar a carteira. Conheça algumas opções para quem tem 100 reais disponíveis para iniciar os investimentos:


4. CDB


O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é emitido por bancos para captar recursos que serão utilizados em suas atividades e projetos. O título é uma alternativa de renda fixa e funciona como um empréstimo para a instituição bancária.


Em troca, o emissor oferece uma taxa de rentabilidade para o investidor. Nesse caso, alguns títulos oferecem liquidez apenas no vencimento. Outros contam com liquidez diária ou após um período de carência. Cada título apresenta suas próprias características.


Com relação à rentabilidade, ela pode ser prefixada, pós-fixada ou híbrida. Porém, é bastante comum encontrar opções que acompanham o CDI (certificado de depósito interbancário) — uma taxa próxima à Selic.


O CDB apresenta cobrança de Imposto de Renda, respeitando a tabela regressiva. Ademais, ele conta com a cobertura do FGC, que garante o pagamento do dinheiro investido em caso de falência. Assim, a opção é considerada segurada.


O fundo tem garantia até o teto de R$250 mil por CPF ou CNPJ e por instituição financeira. O limite global é de R$1 milhão, renovável a cada 4 anos.


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5. LCI e LCA


A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) são títulos emitidos por instituições financeiras. Elas usam os recursos para conceder empréstimos e financiamentos aos respectivos setores. Ambos são opções de renda fixa e têm o funcionamento semelhante.


A diferença é que a LCI é lastreada no setor imobiliário e a LCA no setor de agronegócio. A rentabilidade e o prazo de resgate podem variar de acordo com o título. Uma das grandes vantagens desses títulos é que eles são isentos da cobrança de Imposto de Renda.


Assim, o fator deve ser considerado ao comparar diferentes títulos. Um CDB com taxa mais atrativa, por exemplo, pode ter rendimento menor depois dos descontos referentes ao imposto. Para acertar na decisão, faça os cálculos para entender os impactos do IR na rentabilidade.


Vale destacar que tanto a LCI quanto a LCA contam com a proteção do FGC. Isso garante mais segurança para essa alternativa de investimento.


6. FII


O Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é uma alternativa de renda variável. Isso significa que não é possível conhecer a lógica de rentabilidade desse investimento antecipadamente. Portanto, pode ser mais indicado para quem tem perfil moderado ou arrojado.


Esse fundo é uma modalidade de investimento coletiva que foca no mercado imobiliário. Então, o investidor que decide investir por meio dos FIIs deve comprar cotas do fundo. Em geral, é possível encontrar alternativas a partir de R$ 100 no mercado.


Sobre o funcionamento do fundo, os recursos são administrados por um gestor profissional. Já os resultados financeiros conquistados são distribuídos entre os cotistas. Esse pagamento é feito de forma proporcional ao número de cotas que cada um possui.


A gestão profissional é um dos principais benefícios dos fundos de investimento para quem busca acessibilidade e facilidade na hora de investir. Uma particularidade em relação aos demais fundos de investimentos é que, no geral, os FIIs têm suas cotas negociadas na bolsa de valores.


Desse modo, conseguem apresentar uma boa liquidez – apesar dos riscos oriundos das oscilações do mercado. Assim, é possível lucrar com a venda das cotas. Entretanto, um dos pontos que mais atrai os investidores é a possibilidade de receber renda passiva – por meio da distribuição de dividendos.


Como os rendimentos são distribuídos entre os cotistas, os dividendos tendem a ser frequentes – especialmente em fundos do tipo tijolo. Você pode usar o valor como quiser ou reinvesti-los, impulsionando a construção do seu patrimônio.


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7. ETF


O Exchange Traded Fund (ETF), ou fundos de índice, funciona basicamente como um fundo de investimentos. Ele é composto por diferentes ativos e tem o objetivo de acompanhar ou replicar uma carteira teórica de determinado índice do mercado financeiro.


O conjunto de ativos é escolhido de acordo com o índice que o ETF pretende acompanhar. Mas eles não se limitam ao mercado de ações. Existem ETFs de renda fixa, que acompanham indicadores relacionados a essa classe de investimentos – embora sigam fazendo parte da renda variável.


Os fundos de índice também não precisam se limitar ao mercado brasileiro. Também há aqueles que acompanham índices internacionais. Assim, investidores que desejam acompanhar outros mercados podem simplificar sua carteira adquirindo cotas de ETFs.


Apesar de ser uma alternativa de investimento relativamente recente no Brasil, ela tem atraído mais investidores. Já nos países com maior tradição na bolsa, o mercado de ETF é muito amplo, como é o caso dos Estados Unidos.


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8. Ações no mercado fracionário


Ao comprar ações na bolsa de valores, você se torna sócio ou acionista de uma empresa. Com isso, poderá obter rendimentos com o crescimento do negócio. Essa provavelmente é a alternativa de renda variável mais conhecida pelos investidores.


Ao pesquisar sobre ações, é comum ler sobre a necessidade de investir em lotes de 100 ações (ou múltiplos desse número). No geral, a prática exigiria um valor elevado, impedindo a compra. Porém, existe uma alternativa: o mercado fracionário.


Ele permite ao investidor adquirir uma ou mais ações, sem precisar comprar o lote completo. Dessa maneira, o mercado fracionário possibilita o ingresso de pessoas que têm pouco capital para investir.


Imagine que o preço de cada ação de uma empresa é R$ 30. No mercado tradicional, negociar um lote padrão de papéis custaria R$ 3 mil. Todavia, o mercado fracionário permite que você adquira 3 ações, por exemplo, por apenas R$ 90.


Com essa diferença, investidores que não dispõem de muitos recursos encontram oportunidade para investir. O mercado fracionário também facilita a diversificação da carteira de investimentos. Afinal, é possível usar o dinheiro disponível para comprar papéis de empresas diferentes.


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Onde investir com R$ 500 e R$ 1 mil?


Com um pouco mais de dinheiro, como valores entre R$ 500 e R$ 1 mil, o investidor amplia ainda mais suas possibilidades de investir. Isso porque muitas opções apresentam valor mínimo de investimento um pouco mais elevado.


Portanto, se o seu capital disponível para investir é um pouco maior, busque avaliar alternativas de investimento como:


9. Ações (lote padrão)


Como você viu, as ações são a menor parcela do capital social de uma empresa, emitidas por companhias listadas na bolsa de valores. Porém, elas podem ser de diferentes tipos, como as ordinárias e preferenciais.


As ações ordinárias garantem o direito ao voto nas assembleias gerais, mas o impacto da opinião dos acionistas dependerá de sua participação. Quanto mais papéis, maior será a sua influência. Já as preferenciais garantem preferência na distribuição de lucros e dividendos, entre outras questões.


Como as ações são negociadas na bolsa, elas costumam apresentar alta liquidez. Porém, isso varia conforme o volume de negociações e procura pelo ativo. Ainda, com valores maiores disponíveis, você pode adquirir lotes completos – muitas vezes com preços melhores em comparação ao mercado fracionário, e maior liquidez.


Nessa alternativa de investimento existem duas formas principais de lucrar. A primeira é por meio da valorização dos papéis e posterior venda. A segunda é pelo recebimento de dividendos, que pode ser uma oportunidade para quem pretende viver de renda.


No entanto, apesar dos benefícios, é importante ter atenção aos riscos desse investimento, especialmente devido às oscilações dos preços.


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10. BDR


BDR é a sigla para Brazilian Depositary Receipt, ou certificado de depósito de valores mobiliários. O investimento é emitido no Brasil por instituições financeiras e está disponível na B3. Ele representa ativos estrangeiros, como ações, ETFs e títulos de dívidas internacionais.


Por isso, ele traz uma alternativa de investimento no exterior. O ponto de atenção é entender que ter BDRs na carteira não significa ter os ativos estrangeiros especificamente. Na prática, você investe em certificados lastreados nesses ativos.


O processo funciona com uma empresa depositária que compra os ativos internacionais no local onde são originalmente negociados. Esses ativos ficarão depositados sob responsabilidade de um agente custodiante.


Após o procedimento, a depositária, que é intermediária na negociação, poderá emitir os recibos. Cumpridos todos os requisitos, eles são negociados na bolsa brasileira, sempre em moeda local.


Assim, podem ser alternativas interessantes para quem deseja saber onde investir 500 ou 1000 reais e diversificar a carteira com exposição ao mercado externo.


Saiba mais sobre este tipo de investimento em: BDR: uma maneira simples investir no exterior em empresas como Google, Netflix e Apple


11. COE


O certificado de operações estruturadas (COE) é um produto financeiro que combina características de renda variável e renda fixa. Ele é criado a partir de operações estruturadas, que são montadas pelas instituições financeiras que oferecem o investimento.


Em geral, eles possuem um valor mínimo, um indexador definido e uma data de vencimento. O produto pode atender diversos perfis de investidores, especialmente os que querem diversificar seus investimentos em mercados mais sofisticados.


Entre as vantagens do COE está a possibilidade de internacionalização dos investimentos sem precisar enviar recursos para o exterior. Além disso, a tributação é única e os custos são mais baixos em comparação com os investimentos feitos nos ativos separadamente.


Com isso, mesmo quem tem pouco dinheiro disponível pode aproveitar a oportunidade. Também é possível mesclar segurança e rentabilidade ao combinar diferentes ativos e derivativos.


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12. Debêntures


As debêntures são títulos de dívida emitidos por companhias privadas. Logo, são alternativas de renda fixa, com sua lógica de rentabilidade conhecida no momento do investimento. É comum que empresas listadas na bolsa de valores ofereçam esses títulos aos investidores.


O dinheiro captado é usado para o fomento dessas companhias, como alternativa às demais linhas de crédito do mercado. Aqui, um dos fatores que devem ser avaliados é o emissor dos títulos, pois isso influencia na segurança.


Esses títulos oferecem um risco maior, já que também há a preocupação com eventual inadimplência por parte da companhia emissora. Outro ponto sobre os riscos é que as debêntures não contam com a cobertura do FGC. Por outro lado, isso pode refletir em rentabilidades melhores.


Em relação à tributação, as debêntures podem ou não ser tributadas. As comuns terão incidência de Imposto de Renda, seguindo a alíquota regressiva. No entanto, existem algumas opções com isenção do imposto.


Elas são chamadas debêntures incentivadas por receberem o incentivo fiscal do Governo. O motivo é a destinação de seus recursos, que são usados para financiar atividades consideradas essenciais para o desenvolvimento da economia brasileira.


Agora que você sabe onde investir com pouco dinheiro, pode começar a se planejar financeiramente e definir metas de curto, médio e longo prazo. Assim, é possível acompanhar a evolução do seu patrimônio e realizar seus sonhos.


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Leia também: Como prosperar: dicas para manter seu patrimônio em crescimento



O conteúdo disposto neste artigo foi originalmente publicado no blog do BTG Pactual Digital, sendo toda a responsabilidade, direitos autorais e crédito devido a seus autores.


Você sabe o que é Debênture? Se está buscando investimentos com retornos mais interessantes comparados a outros produtos de renda fixa, essa pode ser uma boa opção. Nela, você empresta dinheiro para empresas e pode receber juros maiores do que em títulos de instituições financeiras.


Ela consegue ampliar as possibilidades da renda fixa, mas é importante ficar atento à solidez da companhia para avaliar os riscos da aplicação. Isso porque o título não conta com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), por exemplo.


Quer aprender mais sobre o assunto? Neste artigo, você esclarecerá as dúvidas sobre os principais aspectos relacionados às Debêntures:

  • O que é Debênture?

  • Como funciona o investimento em Debêntures?

  • Quais são os tipos de Debêntures?

  • Como funciona o rendimento dos títulos?

  • Quais são as espécies e garantias?

  • Qual é a tributação desse tipo de aplicação?

  • Quais são os riscos envolvidos?

  • Quais são as vantagens?

  • Quais são as desvantagens?

  • Como investir nesses títulos?

  • Vale a pena investir em Debêntures?


Continue a leitura pra saber mais!


O que é Debênture?


Uma Debênture é um título de dívida emitido por empresas que oferecem direito de crédito ao investidor. Funciona como um empréstimo feito para que as companhias consigam realizar os seus planos.


Assim, as Debêntures são valores mobiliários que representam a dívida de médio ou longo prazo da companhia. Logo, quem detém o título assegura o direito de crédito que deve ser pago pela empresa emissora.


Nessa modalidade, o investidor é remunerado por meio de juros, que podem ser prefixados, pós-fixados ou híbridos. Um ponto de destaque é que essa é uma aplicação com rentabilidade superior a muitos investimentos de renda fixa.


Como você empresta dinheiro para empresas, elas costumam pagar juros maiores do que instituições financeiras oferecem ao investidor. Por outro lado, os riscos são considerados superiores, já que não há proteção do Fundo Garantidor de Crédito.


Se você ainda não o conhece, o FGC protege o saldo de algumas aplicações de renda fixa em até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ e por instituição financeira. O investidor tem essa quantia garantida em caso de quebra ou intervenção na instituição emissora.


Também há um limite total de R$ 1 milhão por CPF ou CNPJ. Ele engloba todos os pagamentos que podem ser solicitados, atrelados a diferentes instituições financeiras. O limite global é recomposto a cada 4 anos.


Assim, as Debêntures não contam com tal vantagem. O FGC cobre investimentos como:

  • Certificado de Depósito Bancário (CDB);

  • Letra de Crédito Imobiliário (LCI);

  • Letra de Crédito do Agronegócio (LCA).

Como funciona uma Debênture?


As Debêntures são emitidas por Sociedades Anônimas (SA) de capital aberto ou fechado. Mas o público só tem acesso aos títulos emitidos pelas de capital aberto, devidamente registradas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).


Para entender o funcionamento do título, vamos a um exemplo:


Imagine que uma empresa quer viabilizar um projeto novo que terá o custo de R$ 500 milhões. Em vez de solicitar crédito em bancos, ela emite títulos de sua dívida para obter o financiamento desejado.


Desse modo, é possível ter custos menores. Afinal, o financiamento bancário apresenta normalmente taxas maiores do que nas aplicações. O investidor que aplicar nos títulos será credor (chamado de debenturista). Logo, terá direito a receber o valor inicial acrescido de juros.


O tipo de rendimento, as taxas, o vencimento, o investimento mínimo e as garantias variam conforme a empresa. Portanto, é preciso pesquisar todas essas questões com bastante atenção antes de fazer a aplicação.


As informações constam na escritura de emissão, que pode definir até onde serão investidos os recursos captados com as Debêntures. Nela, também são descritos todos os detalhes do título, como possibilidade de conversão em Ações, participação nos lucros, tipos de garantias oferecidas, etc.


Quais são os tipos de Debêntures?


Como você pode ver, as Debêntures são títulos bastante distintos entre si. Afinal, podem trazer vencimento, remuneração, rendimentos, garantias e riscos variados, dependendo do caso. Por isso, cada opção deve ser analisada com cautela.


Para entender melhor quais características observar em uma Debênture, vale conhecer as espécies. Abaixo você aprender sobre quatro tipos que mostrarão um panorama desse investimento:


Simples


Uma Debênture simples, ou não conversível, é o tipo mais comum. Tem rendimento prefixado, pós-fixado ou híbrido, com pagamento de juros, conforme a escritura de emissão. O investimento não pode ser convertido em Ações da companhia e tem o prazo mínimo de 1 ano.


Conversíveis


Como o nome sugere, esse tipo de Debênture oferece a possibilidade de o investidor transformar o crédito a receber em Ações da companhia. No entanto, a escolha em aceitar os papéis em vez do dinheiro é apenas do credor.


Permutáveis


Esse tipo de Debênture também tem um nome bastante significativo: nesse caso, o investidor pode trocar o título por Ações de uma companhia que não seja a própria emissora da dívida. No entanto, é preciso observar regras e condições para isso na escritura de emissão do papel.


Incentivadas


As Debêntures incentivadas são aquelas com isenção fiscal. Ou seja, o investidor não precisa pagar Imposto de Renda sobre a rentabilidade. Elas buscam financiar projetos de infraestrutura e, por isso, são emitidas com base na Lei 12.431/11.


Normalmente, o benefício é dado aos títulos para financiamento em segmentos específicos, que tenham relação com o desenvolvimento da economia. Alguns exemplos são: construção de portos e aeroportos, transmissão de energia, melhoria de rodovias, ferrovias, logística e saneamento básico.


Como funciona o rendimento das Debêntures?


Você já percebeu que as Debêntures contam com tipos e regras diferentes. Diante disso, o rendimento das Debêntures pode variar bastante, assim como o formato da rentabilidade. Como vimos, título pode ser prefixado, pós-fixado e híbrido.


Abaixo, entenda melhor cada um deles:


Prefixado


Em uma Debênture prefixada, há o pagamento de um percentual de juros anuais definidos antes da compra. O rendimento, nesse caso, é conhecido no momento da aplicação. Você poderá calcular quanto receberá no vencimento antes mesmo de investir.


Pós-fixado


A Debênture pós-fixada tem um rendimento que não pode ser previsto com exatidão na hora do investimento. Ela é atrelada a um indexador, demonstrando como será feita a correção do título para calcular a rentabilidade.


É comum que a rentabilidade siga o CDI (Certificado de Depósito Interbancário), a Taxa Selic ou outro índice. Assim, é possível que, no vencimento, a aplicação pague retornos relativos a um determinado percentual da variação do CDI no período.


Híbrido


O rendimento híbrido é aquele que tem características presentes nos títulos prefixados e pós-fixados. Ou seja, ele é atrelado a um indexador e ainda conta com uma taxa fixa de juros.


Nesse caso, normalmente o índice escolhido é a inflação oficial do país, atrelando a correção ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Já os juros fixos variam conforme o título. O benefício é que ele blinda o investidor em relação à inflação e garante aumento de seu poder de compra.


Além de conhecer os tipos de rentabilidade das Debêntures vale saber que elas podem pagar os juros no vencimento ou apresentar cupons semestrais. Nesse último caso, o investidor recebe a rentabilidade a cada seis meses, mantendo o valor principal aplicado.


Quais são as espécies e garantias das Debêntures?


As espécies e garantias são dois aspectos muito importantes ao analisar o investimento em Debêntures.


A seguir, você vai aprender mais sobre elas!


Garantia real


Uma Debênture com garantia real oferece bens da empresa emissora ou de terceiros como garantia de pagamento. Isso é feito com hipoteca ou penhor, então a companhia não pode negociar, alienar ou onerar o bem durante o prazo do título.


Caso haja problemas na hora de honrar os pagamentos, os investidores podem recorrer às garantias. Por isso, Debêntures desse tipo trazem mais segurança ao investidor e são consideradas com garantia forte.


Garantia flutuante


Nesse tipo de Debênture, o investidor tem a prioridade em relação a outros credores em caso de falência da empresa emissora. Por isso, ela também é chamada de garantia com privilégio geral. Caso algumas dívidas sejam pagas, a sua tem maior chance de ser honrada.


No entanto, os bens apresentados não ficam vinculados e podem ser negociados pela empresa. Por isso, ela é conhecida como uma garantia fraca.


Debênture sem garantia quirografária (sem preferência)


Trata-se de um tipo comum de Debênture no Brasil. Ela não concede prioridade sobre ativos da empresa emissora. Ou seja, o investidor concorre com os demais credores em caso de falência. Nessa modalidade, o valor de emissão é limitado ao capital social integralizado da companhia.


Debênture sem garantia subordinada


Essa é a de menor garantia. Em caso de liquidação da sociedade, a Debênture subordinada oferece prioridade de pagamento apenas em relação aos acionistas, no que se refere aos ativos da companhia. Ainda, não há limite no valor da emissão.


Qual é o prazo do investimento?


O prazo de investimento pode variar bastante de uma Debênture para a outra, de acordo com as características do financiamento buscado pela empresa emissora. Há títulos de alguns meses ou mais de 10 anos.


Ao considerar os prazos, lembre-se de que estamos falando de empresas privadas. Elas contam com riscos de diversos tipos (financeiros, operacionais, fiscais etc.), que podem resultar na inadimplência de obrigações. Portanto, um vencimento muito distante pode oferecer maiores riscos ao investidor.


Quais são as vantagens das Debêntures?


A principal vantagem das Debêntures é o rendimento acima da média na renda fixa. Contudo, vimos que a possibilidade de ganhos superiores é decorrente de um ingrediente extra de risco presente nesses títulos.


Além do retorno normalmente em patamar elevado, existem outros benefícios. A diversidade de títulos, vencimentos, tipos de remunerações e garantias oferece um leque bastante amplo para quem almeja diversificar seu portfólio.


Quais são as desvantagens desses títulos?


O risco de crédito é a maior desvantagem de uma Debênture. Isso porque o investidor precisa investigar com cautela todas as informações sobre o título e o balanço da empresa emissora. Uma companhia em situação difícil pode oferecer excelentes retornos, mas com um risco mais alto.


Por isso, investidores mais conservadores e menos experientes precisam ter atenção. Nem sempre essa opção é adequada. Nesses casos, ao optar por investir em Debêntures, considere ter suporte profissional. Assim é possível receber informações para reduzir ao máximo os riscos.


Quais são os riscos de investir em Debêntures?


Como vimos, o principal risco das Debêntures é o de crédito da empresa emissora. É a possibilidade de que aquela companhia que emitiu o título da dívida deixe de honrar seus compromissos. Ou seja, dê o calote no investidor.


Também há risco de que seja envolvida em uma intervenção, processo de insolvência ou pedido de falência. Vale ressaltar que não há proteção do FGC e as garantias variam conforme o título, como você já viu.


Para tentar manejar melhor os riscos, é importante ficar atento às agências de classificação de risco. Elas traçam o perfil das Debêntures emitidas e mostram a segurança das empresas.


Assim, mesmo não entendendo completamente o balanço de uma companhia, você pode ter esse selo de aprovação da agência. Apesar de não ser uma garantia sobre o recebimento, ele traz mais tranquilidade ao decidir sobre o investimento.


Como funciona a tributação do título?


Em termos de tributação do Imposto de Renda, a Debênture segue regras comuns aplicadas a outros investimentos de renda fixa. A alíquota observa uma tabela regressiva, que varia conforme o tempo de aplicação.


Confira abaixo:


PRAZO DE APLICAÇÃO ALÍQUOTA DO IR

Até 180 dias 22,5%

De 181 a 360 dias 20%

De 361 a 720 dias 17,5%

Acima de 721 dias 15%


Essa tabela deve ser usada para qualquer rendimento obtido com Debêntures, incluindo os pagamentos semestrais ou anuais de juros. Em relação ao recebimento periódico de juros, é preciso ter atenção a duas questões:

  • a diluição do risco, já que pode demonstrar as condições de a empresa honrar suas dúvidas;

  • a menor atuação dos juros compostos, pois a cada semestre uma parte da quantia é sacada;

  • a cobrança recorrente de Imposto de Renda, que pode prejudicar a rentabilidade final.


Por isso, fique atento a esse detalhe ao simular seus ganhos. Com atenção às regras sobre a tributação, lembre-se de que as Debêntures incentivadas são isentas de IR.


Como investir em Debêntures?


Para investir em Debêntures, é preciso ter conta em um banco de investimentos que negocie esse tipo de título. Se você ainda não tem, procure uma instituição de confiança para fazer a abertura — como o BTG Pactual digital.


Você deve reunir os documentos solicitados, que costumam incluir: CPF, RG e comprovante de residência. Eles são enviados no momento do cadastro e, após a aprovação, é possível começar a investir por meio da instituição.


O próximo passo é entrar em contato com assessores de investimento ou usar a plataforma do banco para descobrir quais títulos estão sendo ofertados. Depois, basta escolher sua aplicação e transferir dinheiro.


Além do que já foi dito, não se esqueça de fazer uma boa pesquisa sobre as Debêntures e seus emissores, para minimizar ao máximo seus riscos. Existem algumas oportunidades que podem ser mais atrativas quando se trata de Debêntures.


Veja algumas que merecem atenção:

  • Debêntures com garantias reais;

  • Debêntures incentivadas, com isenção fiscal;

  • Debêntures de empresas grandes e consolidadas, que não deverão enfrentar turbulências financeiras nos próximos anos;

  • Debêntures com taxas de retorno acima da média da renda fixa.

Vale a pena investir em Debêntures?


Depois de aprofundar seus conhecimentos sobre as Debêntures e revisar os principais pontos, a dúvida que surge é: vale a pena contar com essa aplicação na carteira? Não existe uma resposta definitiva, pois isso depende de diversos fatores.


O primeiro trata do perfil de investidor: geralmente elas são procuradas por quem tem um perfil moderado ou mais arrojado. Isso porque os riscos exigem uma maior tolerância a perdas, já que o retorno dependerá do pagamento feito pela empresa.


Contudo, investidores conservadores também pode destinar uma pequena parte do seu capital para esse tipo de investimento.


Para decidir, considere os seus objetivos, as características específicas do título e a composição da sua carteira. Além disso, não se esqueça de avaliar as alternativas disponíveis: como as Debêntures podem ter características variadas, é preciso saber como escolher em qual investir.


Os títulos com garantia real, por exemplo, trazem mais segurança para o investidor. No caso das incentivadas, a ausência de cobrança de IR pode aumentar os ganhos. Já questões como prazo e rentabilidade influenciam nos riscos.


Portanto, decidir se vale a pena incluir essa aplicação em sua carteira exige a análise de todos os fatores. Avaliando o seu planejamento pessoal e os detalhes sobre os títulos, você conseguirá fazer as melhores escolhas.


Para relembrar: quais são os pontos mais importantes sobre Debêntures?


Foi simples entender mais sobre as Debêntures? Na verdade, o assunto não é tão complexo, mas há grande diversidade de títulos, formas de rendimento, garantias possíveis e características distintas da aplicação.


Para facilitar a compreensão e relembrar todos os detalhes, resumimos os principais pontos do artigo. Veja só:

  • os títulos de Debêntures podem oferecer retornos acima da média da renda fixa, superando CDBs e LCIs e LCAs;

  • as Debêntures são tributadas conforme a tabela regressiva do Imposto de Renda, de 22,5% a 15%, dependendo do tempo do investimento, de menos de 180 dias a mais de 720 dias;

  • esse tipo de aplicação tem maior risco do que investimentos protegidos pelo FGC;

  • ao investir em Debêntures, é essencial fazer uma boa pesquisa sobre o balanço da empresa emissora para descobrir qual é o perfil do risco que você está assumindo na aplicação;

  • um dos principais aspectos ao analisar uma Debênture é o tipo de garantia;

  • as Debêntures com garantias reais e flutuantes costumam oferecer menor risco;

  • alguns títulos desse tipo oferecem a possibilidade de o credor converter seu crédito em Ações;

  • as Debêntures podem ter rendimentos prefixados, pós-fixados ou híbridos;

  • as Debêntures incentivadas de infraestrutura oferecem isenção do Imposto de Renda, fator que pode influenciar positivamente no rendimento líquido dela.

Quais são as principais alternativas às Debêntures?


Além de consultar as Debêntures, que tal diversificar seu portfólio e alocar parte de suas reservas para títulos com menos riscos? Essa pode ser uma dica interessante para ter mais segurança em relação à parte de seu patrimônio.


Geralmente, isso traz mais tranquilidade para começar a escolher opções mais arriscadas para potencializar o retorno. A seguir, você aprenderá sobre duas aplicações que podem trazer retornos e a proteção do FGC!


LCI e LCA


Como você já viu, as duas siglas se referem às Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio. Elas costumam ser mencionadas em conjunto por apresentarem características bastante semelhantes para o investidor.


A maior diferença é que elas não têm a incidência do Imposto de Renda. Além disso, estas são suas principais características:

  • rentabilidade, vencimento e liquidez variam de acordo com o título e o emissor;

  • costumam ter prazos maiores e liquidez no vencimento;

  • apresentam rendimento prefixado, pós-fixado ou híbrido;

  • contam com a proteção do FGC.

CDB


O CDB é um dos títulos mais populares da renda fixa, com baixo risco. Normalmente, oferece retorno bruto superior ao de LCIs e LCAs. Porém, como tem incidência do Imposto de Renda, a rentabilidade real pode ser menor.


Conheça as principais características dessa alternativa:

  • a liquidez, o investimento mínimo e a rentabilidade também variam conforme a instituição financeira e o título;

  • tem cobrança de Imposto de Renda, que segue a tabela regressiva da renda fixa, de acordo com o tempo de aplicação;

  • tem a proteção FGC.

Conclusão


As Debêntures oferecem uma diversidade de opções para o investidor. Portanto, é preciso consultar as características do título na escritura de emissão, que traz todas as informações necessárias. A partir disso é que você terá condições de tomar as melhores decisões.


Um dos pontos essenciais é pesquisar a companhia que emitiu o título. Afinal, a aplicação é mais arriscada, então exige cuidados adicionais para tentar reduzir o perigo. Ademais, vale diversificar os seus investimentos para fazer o manejo de riscos e minimizar os impactos de eventuais perdas.


Para isso, você pode contar com outras opções que trazem maior proteção e equilibrar a sua carteira. Alocar uma parte de suas reservas em investimentos menos arriscados costuma aumentar a segurança geral do seu portfólio.


Agora que você já sabe o que é Debênture, avalie essa e as demais opções de investimento para tomar as melhores decisões. Não se esqueça de conhecer os tipos diferentes e as características de cada um para encontrar o ideal para a sua carteira!


Quer mais dicas sobre investimentos? Aprenda como diversificar a sua carteira com renda fixa e variável!



O conteúdo disposto neste artigo foi originalmente publicado no blog do BTG Pactual Digital, sendo toda a responsabilidade, direitos autorais e crédito devido a seus autores.


Ao longo da história, a humanidade sofreu com o impacto das crises relacionadas à economia. Os maiores problemas que ocorreram nesse sentido foram responsáveis por moldar a sociedade e a forma como os países reagem diante de determinadas situações.


É preciso deixar claro que as crises econômicas sempre existiram. Por melhor que esteja a conjuntura financeira mundial, elas sempre voltarão a acontecer, das mais diversas maneiras. Afinal, a economia é cíclica.


Mesmo que os problemas surjam a partir de alterações que resultam em desequilíbrio na sociedade, a situação tende a melhorar no longo prazo. Com isso, é possível aprender com os acontecimentos históricos.


Neste artigo, você entenderá qual é o impacto das crises nos seus investimentos de longo prazo e como superar os tempos difíceis. Não perca!


Como o mercado tende a se comportar ao longo dos anos?


Existem gráficos que mostram a evolução da bolsa americana e da bolsa brasileira de muitas décadas atrás. Neles, é possível avaliar os impactos das crises econômicas nos investimentos de renda variável ao longo dos anos.


Apesar de todos os problemas que podem surgir, o mercado acionário tende sempre a estar melhor do que em momentos anteriores. Mesmo que existam crises longas – que duram até mais de 10 anos, no longo prazo é esperado o crescimento dos investimentos.


Assim, muitas vezes, o investidor fica cauteloso demais por pensar que hoje os cenários políticos e econômicos não estão como ele gostaria. Mas, no longo prazo, os problemas tendem a ficar no passado e a bolsa de valores tende a continuar subindo.


Por que há tendência de subida nos investimentos?


Mas, afinal, como ter tranquilidade na tendência de subida da bolsa? É preciso entender que ao investir com foco no longo prazo, acreditamos que a civilização no geral continuará progredindo. A geração de riqueza ao longo das gerações faz com que a tendência de crescimento exista.


Logo, os investimentos de longo prazo tendem a continuar valorizando. Por mais que a sociedade tenha questões de crises momentâneas, por exemplo, o ato de investir com foco no longo prazo é muito coerente com quem espera que a própria humanidade continue evoluindo.


A evolução traz inovações, que resultam em novas maneiras de ter custos mais baixos. Consequentemente, é possível ter produtos mais acessíveis e mais geração de riqueza. Com isso, também observamos que a qualidade de vida das pessoas melhora década após década.


O cenário é uma demonstração de que a humanidade segue evoluindo, de modo geral. Muitas vezes, as pessoas têm uma visão muito negativa dos investimentos porque tendem a focar nas crises. Contudo, na visão ampla, momentos pontuais não interessam tanto.


Afinal, no longo prazo, as relações seguem melhorando, mesmo que ainda existam conflitos a serem resolvidos. Significa que, ao olhar para um horizonte de décadas, você verá resultados de valorização nas bolsas de valores.


Qual é o impacto das crises no longo prazo?


Diante do que apresentei, é possível concluir que o impacto das crises no longo prazo efetivamente se dilui, como sempre se diluíram. Isso acontece porque as crises ocorrem dentro do processo de aprendizado da própria sociedade.


Assim, a sociedade tem a oportunidade de ver o que não funciona e corrigir a rota. Dessa maneira, ela pode seguir em frente. A situação pode resultar em melhoria de qualidade de vida e geração de valor, o que é a tônica do investimento de longo prazo.


Como superar os tempos de crise?


Como você viu, as crises são normais e tendem a ter pouco impacto em quem investe visando o longo prazo. Ainda assim, é importante saber como passar por esses períodos da melhor forma possível.


Confira dicas:


Entenda o momento


Períodos de crise podem afetar a nossa vida de diversas formas. Entenda o momento e aprenda a lidar com sentimentos como ansiedade, insegurança e nervosismo. Inclusive, evite tomar decisões quando essas emoções surgirem.


Além de pensar em suas reações pessoais, é importante compreender a crise. Quais foram os motivos? Quais dificuldades ela trouxe? Como você pode enfrentá-las?


Algumas atitudes, como ter uma reserva de emergência, ajudam a passar pelo impacto sem perder o foco nos seus investimentos de longo prazo.


Foque na sua estratégia


Ser fiel à sua estratégia inicial é um ponto importante. Afinal, é fundamental que as suas escolhas sejam baseadas em um planejamento estratégico. Se você montou uma carteira tática, é possível ter mais calma diante das dificuldades.


Então, independentemente da sua estratégia, não a abandone sem reflexão. Aproveite o momento de crise para avaliá-la e verifique se você tomou as melhores decisões de investimentos. Se concluir que não, utilize o período para rever suas escolhas e buscar técnicas alternativas.


Identifique oportunidades


Além de manter uma estratégia que funcione, pode valer a pena aproveitar o momento para buscar oportunidades na bolsa. Períodos de dificuldade econômica podem fazer com que você encontre preços diferenciados nas Ações, por exemplo.


Isso significa que boas empresas, com finanças positivas e gestão sólida, podem ser negociadas por valores mais baixos no mercado financeiro. Assim, adquirir Ações dessas companhias poderá resultar em lucros interessantes quando a recuperação econômica acontecer.


Entretanto, é preciso ter cuidado para diferenciar o que é oportunidade e o que é apenas risco. Saiba que nem tudo que está barato é interessante, pois empresas com caixa ruim também podem estar sendo negociadas por preços menores.


Mantenha-se informado


Por fim, algumas crises têm efeitos rápidos, de forma que o investidor deve se manter constantemente atualizado. Não deixe de acompanhar as notícias que envolvem o mercado financeiro para entender como ele pode impactar a sua carteira.


Isso também é importante para uma tomada de decisões mais consciente. Quem investe em Ações com foco em dividendos, por exemplo, deve acompanhar as informações das empresas para saber como está o calendário de distribuição dos lucros.


Lembre-se de que momentos de crise podem afetar o recebimento de proventos. No caso dos Fundos Imobiliários, também pode ser que os investidores fiquem algum tempo sem receber os dividendos. Por isso, se manter atualizado é fundamental.


Se você acredita que no longo prazo a sociedade estará melhor do que hoje, então pode usar a mesma ideia para entender o benefício de investir. Assim, o impacto das crises nos seus investimentos não atrapalhará os seus objetivos!


Gostou do assunto e quer ampliar o seu conhecimento? Complemente a leitura e entenda como investir em empresas sólidas na crise!



O conteúdo disposto neste artigo foi originalmente publicado no blog do BTG Pactual Digital, sendo toda a responsabilidade, direitos autorais e crédito devido a seus autores.

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