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Que bom que você está dedicando algum tempo para ler este artigo. Caso ainda não tenha percebido, este tempo pode aparentemente não custar nada para você, mas provavelmente lhe renderá bastante. O motivo é óbvio: você está dedicando um bem escasso para aprender um pouco mais sobre o seu dinheiro.


No artigo de hoje, ensinarei como utilizar um recurso escasso como o tempo para ter uma vida mais rica.


Aprendendo com a prática

Há anos luto para mostrar às pessoas que meu currículo acadêmico teve como principal função apenas abrir portas.


O conhecimento que me proponho a difundir por meio de vídeos, artigos e livros não vem da faculdade ou da escola. Vem da vivência, da prática, da curiosidade, do tempo que dediquei a ler livros, jornais e revistas especializadas.


Ninguém nos ensina (ainda) a enriquecer nos bancos escolares. A habilidade que investidores têm em lidar com fundos, ações, títulos, imóveis, técnicas de negociação e particularidades dos mercados vem de seu envolvimento na carreira. Em outras palavras, vem do tempo dedicado a uma atividade intensa, complexa e apaixonante que é investir.


Como transformar tempo em dinheiro

O tempo é um dos componentes mais importantes de qualquer fórmula de enriquecimento. É um ingrediente fantasticamente democrático, pois está disponível em quantidades iguais para qualquer ser humano. Quem souber usá-lo melhor, prosperará mais.


Há três dimensões distintas em que o tempo pode contribuir para sua riqueza pessoal:


1. Você precisa de tempo para se organizar

Sim, eu e você sabemos que seu tempo é escasso, mas, se você dedica mais de oito horas diárias ao seu trabalho e à sua carreira, estará cada vez mais competente em ganhar dinheiro exclusivamente como consequência de seu suor.


Se não dedicar algum tempo a traçar planos, colocar o seu dinheiro na ponta do lápis e planejar sua independência financeira, na melhor das hipóteses passará a vida como escravo de você mesmo: com liberdade de escolha, desde que dedicando seu tempo ao trabalho.


Você pode ler mais sobre o equilíbrio para conquistar a independência financeira em nosso conteúdo sobre o tema.


2. Você precisa de tempo para se informar

Não basta se organizar e confiar seus investimentos a uma estratégia de longo prazo. Estratégias de investimento, para serem eficazes, precisam de certo dinamismo. Se seu investimento é seguro ao longo de décadas, é porque seguramente você ganhará pouco com ele durante este período. Até as mais conservadoras estratégias de investimento merecem alguma atenção de tempos em tempos, para que você assegure bons ganhos.


Investe em renda fixa? Verifique a capacidade de pagamento do país e das grandes empresas de vez em quando.


Investe em ações de grandes empresas, pagadoras de consistentes dividendos? Cheque periodicamente as estratégias e opiniões do mercado sobre a empresa.


Investe em imóveis? Lembre-se de estudar o plano diretor da cidade de tempos em tempos. Quanto mais informados estamos, menos sujeito ao “efeito manada” está nosso dinheiro.


#DicaBTG: Faça o exercício de investir tempo para aprender sobre investimentos em renda fixa e sobre o mercado de ações.


3. Você precisa de tempo para multiplicar o seu dinheiro

O resultado dos investimentos, diferentemente das loterias, vem com o tempo. Quanto mais conservadora sua estratégia, mais ela dependerá do longo prazo para mostrar seus resultados. Um real aplicado hoje irá render juros mensalmente, daqui para frente. Quanto mais meses você tem pela frente, mais intensa é a acumulação exponencial do saldo de sua conta investimento. Isso devido ao poder dos juros compostos. Clique aqui e aprenda a usar os juros compostos ao seu favor.


Se você tem, por exemplo, um projeto de acumular um milhão de reais em dez anos, isso não significa que terá quinhentos mil em cinco anos, pois este meio milhão provavelmente estará em suas mãos apenas por volta do oitavo ano de seu plano. Muitos jovens surpreendem-se ao perceber que cem reais mensais podem ser suficientes para, bem investidos e com pouco risco, acumular o primeiro milhão antes da idade de sua aposentadoria.


Estratégias para quem não tem tempo

Teoricamente, você deveria ter tempo para disciplinar seus investimentos através de um plano de longo prazo, cuidar dos efeitos da inflação e estudar alternativas para o seu dinheiro.


Recomenda-se, portanto, para quem dispõe deste tempo, que abra uma conta em uma corretora de valores e passe a operar a compra de títulos públicos, derivativos e ações através de práticos home brokers e plataformas de investimento.


Mas quem não tem tempo para isso não precisa se desapontar. O mercado financeiro generosamente criou soluções de investimento para quem tem pouco e para quem tem muito tempo. Todas bastante eficazes.


Na falta de tempo para buscar informações sobre diferentes títulos públicos e ações, você pode simplificar essa tarefa aprendendo sobre uma alternativa de investimento bem mais simples: os fundos de investimentos. Neles, gestores altamente qualificados selecionam as melhores alternativas de investimento segundo a política adotada pelo fundo.


Veja como escolher um fundo de investimentos



Quem não tem tempo sequer para organizar suas contas pessoais e traçar planos envolvendo fundos, pode recorrer a uma alternativa mais conveniente: os Planos de Previdência. Além de contar com gestores profissionais que cobram suas taxas de administração, Planos de Previdência cobram ainda as chamadas taxas de carregamento pela administração de uma estratégia de longo prazo. Mas, considerando os diversos benefícios dessa alternativa de investimento, como menor carga fiscal e caracterização como seguro em caso de falecimento, as vantagens não são desprezíveis. Mesmo quem não tem tempo nenhum pode automatizar suas conquistas pessoais ao optar por um PGBL ou um VGBL.


Leia o nosso Guia Completo de Previdência Privada e ganhe tempo investindo no futuro.


Conclusão

Sem qualquer ranço de hipocrisia ou demagogia, defendo que o melhor investimento de qualquer mercado é o tempo que alguém pode investir para aprender mais sobre investimentos, economia e sobre suas finanças. Esse aprendizado vale a pena, pois, diferentemente do que acontecia no período de inflação elevada, a estabilidade econômica de hoje nos traz o benefício de poder utilizar nossa bagagem econômica por um prazo de validade muito maior, premiando aqueles que investiram, simplesmente, no tempo de aprendizado.


A falta de tempo não deveria ser desculpa para não enriquecer, pois existem serviços de conveniência financeira à nossa disposição. O que falta, no mínimo, é dedicar um pequeno tempo a fazer escolhas. O tempo necessário para planejar pode parecer excessivo, mas é importante perceber que, se dedicando com seriedade para fazer contas para seu futuro, você não precisará mais do que alguns minutos mensais para refinar este projeto ao longo de sua vida.


Quem não tem tempo para planejar pode continuar sonhando ou contando com loterias. Pessoalmente, acredito que quem sonha muito viverá apenas uma vida de sonhos. Por outro lado, quem faz planos e se dedica a eles provavelmente viverá uma vida de muitas realizações.


Ganhe tempo aprendendo sobre investimentos e acompanhando o que é importante para o mercado a cada dia. Inscreva-se no Telegram do BTG Pactual digital.



O conteúdo disposto neste artigo foi originalmente publicado no blog do BTG Pactual Digital, sendo toda a responsabilidade, direitos autorais e crédito devido a seus autores.


A renda variável traz diversas alternativas, mas uma opção que ganha bastante destaque é o investimento em Fundo Imobiliário. Funcionando como alternativa à compra de imóveis para investir, ele consegue atrair investidores de diversos perfis.


A opção pode ser vantajosa, porém, é preciso entender como esses fundos imobiliários funcionam para avaliar se compensa incluí-los em sua carteira. Quer aprender mais sobre o assunto?


Neste conteúdo, esclarecemos as principais dúvidas sobre o investimento em Fundo Imobiliário. Continue lendo!


O que é um Fundo Imobiliário?

Esse é um tipo de Fundo de Investimento com portfólio composto, principalmente, por ativos do mercado imobiliário. Ou seja, o investidor adquire uma cota do fundo que é administrado por um gestor profissional, responsável pela compra e venda de ativos.


Assim, os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) são opções coletivas, reunindo um grupo de investidores que têm o mesmo propósito. Ademais, esses veículos podem negociar imóveis físicos ou títulos lastreados no mercado imobiliário.


O educador financeiro André Bona, explicou de forma muito didática o que são FIIs no vídeo abaixo. Assista!


Como funciona o investimento em Fundo Imobiliário?

O funcionamento acontece como os demais fundos. Após ser criado, o FII emite as cotas que serão adquiridas pelos investidores interessados. Com isso, eles passam a ter direito aos eventuais ganhos, como a distribuição de dividendos.


O investidor cotista não tem o poder de decisão sobre a composição do portfólio — toda a administração é de responsabilidade do gestor. A maioria dos FIIs são negociados na bolsa de valores e, de maneira geral, apresentam boa liquidez.


Ou seja, você pode negociar as suas cotas caso deseje se desfazer do título. No entanto, também é preciso lidar com altas ou baixas do preço, pois esse é um investimento de renda variável. Então ele está exposto aos riscos e movimentações do mercado.


Quer saber mais sobre como investir em FIIs? Vejo o vídeo abaixo!


Quais são os principais tipos de FIIs?


Um dos pontos de atenção ao considerar o investimento em Fundo Imobiliário é entender os diferentes tipos. Conheça os principais!


Fundos de tijolo

Esse tipo de FII prioriza os investimentos em imóveis físicos, construídos ou em construção. É possível desenvolver empreendimentos do zero, reformar propriedades e outras práticas que visem lucro no mercado imobiliário.


Fundos de papel

Nesse caso, o investimento prioritário não é em imóveis físicos, mas em títulos lastreados em imóveis. Dois exemplos comuns são os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs).


Fundos de fundos

Por fim, há os fundos de fundos. Ou seja, aqueles cujo portfólio é composto principalmente por cotas de outros FIIs. Assim, eles podem ter ativos de fundos de papel ou de tijolo, trazendo uma alternativa mais diversificada.


Como é feita a tributação?

A tributação dos FIIs segue regras específicas em relação ao Imposto de Renda (IR). Quem investe como pessoa jurídica, por meio de um CNPJ, é tributado com alíquota de 20% sobre os rendimentos obtidos com dividendos.


Já as pessoas físicas, que utilizam o CPF para investir, têm isenção do IR ao receber proventos. No entanto, para incluir o benefício da isenção o fundo precisa atender a 3 critérios.


São eles:

  • as cotas do fundo devem ser negociadas exclusivamente na bolsa ou no mercado balcão;

  • ele deve ter, no mínimo, 50 cotistas;

  • o cotista não pode ter mais de 10% das cotas totais.


No caso de venda de cotas, a cobrança de IR tem outra regra. O lucro obtido com a valorização da cota é tributado em 20% sobre a diferença do valor, tanto para pessoa física quanto para jurídica.


Cabe ao investidor recolher o imposto por meio do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF). O pagamento deve acontecer até o último dia do mês seguinte ao da liquidação da venda. Vale ressaltar que o atraso gera multa e juros, afetando os ganhos obtidos com o ativo.


Quais são as taxas cobradas nos FIIs?

Outro ponto relevante ao considerar o investimento em FII são as taxas. O trabalho do gestor profissional que administra o portfólio deve ser remunerado. Para isso, os cotistas pagam a chamada taxa de administração.


A cobrança é feita sobre o valor investido, e não sobre os resultados. Então o pagamento varia conforme as cotas adquiridas. Podem existir, ainda, outras taxas, dependendo da situação — como a de performance ou corretagem. A cobrança e os custos variam conforme cada fundo.


Quais são as vantagens e desvantagens dos FIIs?

Como toda alternativa de investimento, os FIIs apresentam prós e contras. Entre as vantagens, vale citar a possibilidade de investir no mercado imobiliário com valores menores, sem precisar adquirir imóveis diretamente.


Os fundos são bastante acessíveis, sendo possível encontrar FIIs com investimentos mínimos variados. Assim, eles atendem a diversos perfis de investidores. Além disso, colaboram com a diversificação da carteira.


Entretanto, também há desvantagens nos FIIs. Esse é um investimento de renda variável que se expõe aos riscos existentes no mercado imobiliário. Logo, é preciso ligar com a volatilidade.


Além da oscilação no preço das cotas, a vacância de imóveis para aluguel, por exemplo, afeta o ganho dos cotistas. A possibilidade de inadimplência do inquilino e de desvalorização da propriedade também evidenciam riscos.


Saiba mais sobre os riscos de investir em Fundos Imobiliários no vídeo abaixo.


Quando vale a pena investir em FII?

Não há uma resposta exata para essa pergunta. A decisão se vale a pena investir em FII dependerá do seu perfil de investidor e de seus objetivos. As características do investimento devem fazer sentido em cada contexto.


Normalmente, a modalidade é adequada para investidores que têm mais tolerância aos riscos da renda variável. Ela também é procurada por quem deseja obter renda passiva. Além disso, é interessante visar o longo prazo, para correr menos riscos nas oscilações.


Como escolher um Fundo Imobiliário?

Se você acredita que os FIIs são adequados para os seus objetivos, é importante saber como escolher os ideais. Para isso, o primeiro passo é verificar a estratégia do fundo para entender se ele é de papel, de tijolo ou de fundo.


Considerando que o sucesso do investimento depende das práticas adotadas pelo gestor, avalie a qualidade da administração. Aqui, a dica é pesquisar como é feita a comunicação com os cotistas e se a gestão é realmente transparente.


Outro ponto é estudar o histórico, para entender como tem sido o desempenho do fundo. Mesmo que isso não traga garantias sobre eventuais ganhos, ele pode dar uma ideia sobre o potencial. Por fim, veja a composição do portfólio e a liquidez do fundo.


Com base nisso, ficará mais fácil decidir se compensa fazer um investimento em Fundo Imobiliário e escolher as melhores opções. Para tanto, não se esqueça de avaliar as características dessa alternativa e as opções do mercado para acertar nas decisões!


Quer mais dicas? Confira o nosso guia completo para investir em renda variável!



O conteúdo disposto neste artigo foi originalmente publicado no blog do BTG Pactual Digital, sendo toda a responsabilidade, direitos autorais e crédito devido a seus autores.

Preparado para declarar seu Imposto de Renda (IR) 2021? Entre os meses de março e abril, poucos escapam: é preciso encarar o tributo mais abrangente e temido pela população brasileira.


E se você fez determinados investimentos no ano passado, seus rendimentos também serão tributados. Para ajudá-lo na declaração, reunimos neste artigo algumas das melhores dicas sobre o assunto.


Bem, enfrentar o Leão – animal escolhido na década de 70 como mascote do IR – não é tarefa das mais prazerosas. Mas, todos os cidadãos com rendimentos acima de um valor determinado precisam prestar contas à Receita Federal anualmente.


A solução é estar bem informado para declarar suas despesas, evitar multas ou quaisquer problemas com as autoridades.


Abaixo, você vai descobrir tudo o que precisa saber sobre o tributo, inclusive sobre a sua relação com investimentos.


Prazo de entrega da declaração de Imposto de Renda em 2021

O prazo de envio da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física em 2021 ainda não foi divulgado pela Receita Federal. Geralmente o prazo é de 1º de março até 30 de abril. Em 2020, o prazo foi estendido até junho, devido à pandemia do Coronavírus. Ainda não se sabe qual será o prazo adotado pela Receita em 2021.

O que é Imposto de Renda?

O Imposto de Renda é um tributo cobrado anualmente pelo governo federal sobre os ganhos de pessoas e de empresas. Seu valor é pago de acordo com os rendimentos declarados, de forma que os cidadãos com renda maior pagam mais impostos, enquanto aqueles com renda menor pagam menos.


Na prática, então, podemos classificar o IR como um valor anual descontado sobre os rendimentos dos trabalhadores e das empresas no Brasil. Na lista de rendimentos tributáveis, entram ganhos como salários, aluguéis, prêmios de loteria e investimentos.


Como o IR é uma tributação aplicada para cidadãos e companhias, ele se divide em duas categorias: o Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) e o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ). A seguir, vamos compartilhar alguns detalhes sobre cada um deles.


Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF)

O Imposto de Renda Pessoa Física incide sobre a renda e os proventos de contribuintes residentes no país ou no exterior e que recebem de fontes no Brasil.


As alíquotas variam conforme a renda, de forma que são isentos de cobrança os contribuintes que ganham abaixo do limite estabelecido para a apresentação obrigatória da declaração anual.


Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ)

O Imposto de Renda Pessoa Jurídica é destinado a empresas brasileiras. Nesse caso, a alíquota aplicada incide sobre o lucro, que pode ser real, presumido ou arbitrado, dependendo da atividade desenvolvida e do porte do negócio.


Conforme a Receita Federal, são contribuintes e, portanto, estão sujeitos ao pagamento do IRPJ, as pessoas jurídicas e as pessoas físicas a elas equiparadas, domiciliadas no país.


Desde 1996, a alíquota do IRPJ é de 15% sobre o lucro apurado, com adicional de 10% sobre a parcela do lucro que exceder R$ 20.000,00 por mês.


Como funciona o Imposto de Renda?

O Imposto de Renda é mensalmente retido no salário ou pago com base em outros rendimentos dos brasileiros. Há ainda uma declaração obrigatória anual, uma forma de a Receita Federal verificar se o cidadão está pagando mais ou menos impostos do que deveria.


Em 2021, por exemplo, você descreve os ganhos e gastos que obteve em 2020. Quando a Receita detecta que o contribuinte pagou menos impostos do que o estipulado, ele precisa compensar.


O valor é informado assim que a declaração é preenchida. O pagamento pode ser feito por boleto bancário ou débito automático. Em resumo, é por isso que você faz a declaração informando os dados do ano anterior.


De forma simplificada, o que o contribuinte precisa fazer é declarar tudo o que ganhou no ano que passou, desde salários, aposentadoria, rendimentos de aluguel ou investimentos (mais adiante, listamos todos os ganhos que precisam entrar na declaração).


Depois, é possível listar algumas despesas feitas no mesmo período, que podem ser abatidas na declaração e, consequentemente, reduzir o valor dos impostos pagos – são as chamadas “deduções do IR”.

Entre os gastos que o contribuinte pode deduzir do IR, é possível citar, por exemplo, aqueles com:

  • Despesas médicas (sem limites)

  • Filhos ou pais (dependentes, no valor máximo de R$ 2.275,08 por dependente)

  • Educação (escola e faculdade, no valor máximo de R$ 3.561,50 por dependente)

  • Contribuição à Previdência Social (sem limites)

  • Contribuição à Previdência Privada (que correspondam a até 12% da renda tributável).


É válido reforçar que todos os valores que você colocar na declaração precisam ser exatamente iguais aos informados nos comprovantes de rendimentos e de pagamentos.


A maioria das empresas envia esses informes através de cartas, e-mails ou os disponibiliza em seus sites.


Quer saber como funciona a dedução do Imposto de Renda em Previdência? Acesse: “Previdência Privada e a Dedução no Imposto de Renda“.


Sonegar Imposto de Renda é crime

Como você já deve saber, tentar enganar a Receita Federal para pagar menos impostos é um crime, conhecido como sonegação.


Quando o contribuinte é pego, além de pagar uma multa, está sujeito a cumprir pena de dois a cinco anos de prisão.


Por isso, caso você perceba que cometeu algum erro ou se esqueceu de informar um dado na sua declaração, pode apresentar uma retificação junto à Receita (sem custos), por um prazo de até cinco anos.


Isso porque, durante o período citado, o órgão realiza a chamada “malha fina”. Trata-se do cruzamento de dados para checagem das informações disponibilizadas, através do computador.


Se a Receita observar algo estranho na sua declaração, ela será examinada em detalhes e você poderá ser chamado para prestar esclarecimentos.


Se já tiver feito a retificação antes, essa será considerada uma demonstração de que você não agiu de má-fé, o que reduz as chances de uma pena de prisão, por exemplo.


A primeira vez no IR

Para quem está declarando Imposto de Renda pela primeira vez, pode ser interessante contar com um auxílio de um especialista no processo.


Diante de dúvidas, é interessante pedir ajuda a alguém com experiência, que já tenha declarado em anos anteriores. Contratar um contador para cuidar da sua declaração é uma possibilidade.


Se você já tem familiaridade com o IR, vale lembrar que atualmente já é possível fazer a declaração pela internet. Basta realizar o download do Programa IRPF no site da Receita Federal.


Mais adiante, vamos explicar melhor como funcionam esses serviços. Antes, porém, cabe retomar mais alguns aspectos importantes referentes à tributação.


Restituição do Imposto de Renda

A restituição do Imposto de Renda ocorre quando a Receita Federal detecta que o contribuinte pagou mais impostos do que deveria. Assim, ele tem direito a receber de volta parte do valor. A quantia é devolvida até o mês de dezembro do mesmo ano em que foi declarada.


Geralmente, quem paga o IR primeiro também recebe a restituição com maior antecedência. No ano passado, o valor do tributo excedente foi entregue de volta aos contribuintes em cinco lotes mensais, a partir do mês de maio.


Em breve, divulgaremos o cronograma de lotes de restituição do Imposto de Renda 2021 (IR 2021).


Enquanto isso, você pode assistir o vídeo do nosso educador financeiro, André Bona, sobre o tema.


O que é Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF)?

O Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) é o desconto aplicado mensalmente pela Receita Federal sobre a remuneração do trabalhador assalariado. Isso acontece sempre que seus vencimentos ultrapassam um teto estabelecido pelo próprio órgão.


O cálculo do IRPF leva em consideração o desconto no salário destinado ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o número de dependentes do trabalhador. Para cada dependente (seja cônjuge, filhos, enteados) é abatido o valor de R$ 189,59 mensais.


Dessa forma, se percebe que o cálculo do valor descontado considera a quantia bruta, menos o INSS e os dependentes, o que fornecerá o valor do salário-base. Sobre esse resultado, é aplicada a alíquota correspondente ao IRRF, que definirá a quantia a ser repassada à Receita.


Quem precisa declarar Imposto de Renda?

Estão obrigados a declarar Imposto de Renda todos os contribuintes que tiveram rendimento anual superior ao teto estabelecido pela Receita Federal. Neste ano, ele corresponde a uma remuneração de R$ 28.559,70, o que dá uma média de R$ 2.379,98 por mês.


Outro caso de obrigatoriedade prevista nas normas inclui aqueles que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados na fonte em valor superior a R$ 40 mil.


Mas muitos outros brasileiros também têm esse compromisso com o Leão. Então, se você está em dúvida se precisa ou não declarar o IR como pessoa física, a dica é conferir as normas estipuladas pela Receita Federal.


A resposta vai depender do valor dos rendimentos que você obteve no ano que passou e das transações financeiras realizadas.


Se estiverem dentro da faixa estipulada pelo governo, você é obrigado a entregar a declaração dentro do prazo definido. Caso contrário, estará sujeito a uma multa de no mínimo R$ 165,74 e no máximo de 20% do imposto devido.


Regras de obrigatoriedade da Receita Federal

Segundo a Receita, são obrigados a declarar o Imposto de Renda os contribuintes que:

  • Receberam rendimentos tributáveis (como salários e aluguéis), cuja soma anual foi superior a R$ 28.559,70.

  • Receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte (por exemplo: indenizações trabalhistas, caderneta de poupança ou doações) em valor superior a R$ 40 mil.

  • Obtiveram, em qualquer mês, ganhos na venda de bens ou direitos sujeitos à incidência de Imposto de Renda, como imóveis vendidos com lucro.

  • Realizaram operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas (investimentos).

  • Tiveram, em 2019, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural.

  • Tinham, em 31 de dezembro de 2019, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil.

  • Passaram à condição de residentes no Brasil em qualquer mês e, nessa condição, encontravam-se em 31 de dezembro de 2019.

Isenção de Imposto de Renda 2021

De acordo com as regras estipuladas pela Receita Federal, no IRPF 2020, estavam isentas pessoas que tiveram rendimentos abaixo de R$ 28.559,70 em 2019 (ano-calendário). A Receita Federal ainda não divulgou se o valor de isenção do IRPF 2021 permanecerá o mesmo.


Mas há também casos específicos nos quais o cidadão pode solicitar a isenção do imposto. Eles estão descritos no site oficial do órgão, mas vamos citar alguns deles agora:

  • Pessoas portadoras de doenças graves, incluindo AIDS, alienação mental, cardiopatia grave, cegueira, esclerose múltipla e outras 11 patologias.

  • Pessoas com rendimentos relativos a aposentadoria, pensão ou reforma.


Para solicitar a isenção do IR, é preciso apresentar um laudo pericial que comprove a moléstia.


O que você deve declarar no Imposto de Renda

No Imposto de Renda, você deve declarar tudo o que ganhou e pagou no ano anterior. É preciso informar ganhos referentes à venda de bens, aluguéis, reformas em imóveis e despesas com construções. Fontes alternativas de renda também devem ser listadas.


Além disso, o contribuinte precisa informar à Receita todos os bens e direitos que faziam parte de seu patrimônio até 31 de dezembro do ano-calendário (se o ano exercício for 2021, o ano calendário será 2020).


Nessa categoria, entram veículos e imóveis (independente do valor), além de bens móveis (como joias ou quadros com valor acima de R$ 5 mil), que também precisam ser declarados.


Mesmo ganhos isentos de IR, como resgate do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), recebimento de herança e rendimentos provenientes de ações judiciais devem ser informados à Receita Federal.


O mesmo vale para investimentos com isenção de IR, como Caderneta de Poupança, LCI e LCA.

Vale lembrar, ainda, que rendimentos atrelados ao plano de previdência PGBL também serão tributados pelo IR.


Dependentes na declaração de Imposto de Renda

Quem declara dependentes precisa informar qualquer rendimento por parte deles. Por exemplo: se o filho é estagiário em uma empresa, o pai ou a mãe deve informar os rendimentos dele na sua declaração.


Agora, você já tem uma ideia ampla do que vai precisar declarar: basicamente, tudo o que ganhou e pagou no ano anterior. A próxima etapa é mais prática, verificar a maneira correta de fazer a sua declaração para evitar quaisquer problemas.


Leia também: Investimentos Isentos de Imposto de Renda: vantagens e opções


Como declarar o Imposto de Renda em 2021

Por meio do Programa IRPF, você pode fazer sua declaração do Imposto de Renda pela internet, basta fazer o download no site da Receita. Ele é bem fácil de utilizar e fornece uma ampla ajuda ao contribuinte. Você ainda pode optar pelo download para celular, seja Android ou iOS.


Ao preencher, existem duas diferentes modalidades à disposição do contribuinte: a declaração de IR Simplificada e a Completa. O próprio programa sugere, à medida em que os campos são preenchidos, qual opção é a melhor. Mas é interessante definir com antecedência qual delas você julga mais adequada.


Dicas para preencher a declaração corretamente

Para ter maior facilidade ao prestar contas com a Receita Federal, também é indicado guardar os comprovantes de seus rendimentos e notas fiscais durante o ano. Faça uma pastinha e deixe tudo organizado para não perder tempo indo atrás disso depois.


Mas tome cuidado para não preencher de forma equivocada alguns dos campos da declaração. É comum, por exemplo, confundir Bens e Direitos (campo no qual se informam bens de valor como imóveis ou veículos) com Rendimentos Tributáveis (como rendimentos do trabalho assalariado). Esse tipo de erro pode levar o contribuinte de primeira viagem a cair na malha fina.


Outro equívoco comum, e que pode causar dores de cabeça, é o erro de digitação. Esquecer ou acrescentar um número por descuido no teclado não é difícil. Por isso, nossa dica é conferir bem as informações antes da entrega.


Assim que concluir o preenchimento e transmitir a declaração, imprima uma cópia e guarde junto com o recibo e os comprovantes que você utilizou por até cinco anos. Esse é o período de tempo que a Receita Federal tem para eventualmente questionar suas informações.


IRPF: Declaração simplificada x Declaração completa

Na declaração completa, todos os gastos com saúde e educação de dependentes devem ser discriminados pelo contribuinte de acordo com as notas fiscais.


A vantagem desse modelo, para quem tem muitas despesas que podem ser deduzidas, é um abatimento maior no valor do desconto do IR.


Já para quem não possui dependentes ou muitas despesas que possam ser deduzidas do imposto, a declaração simplificada incide apenas um abatimento de 20% sobre todos os rendimentos tributados. Isso substitui quaisquer outras deduções legais da declaração completa.


Tabela do Imposto de Renda

Para fazer o cálculo de quanto o contribuinte deveria ter pago de Imposto de Renda ao longo do ano passado e, consequentemente, do quanto ele ainda deve pagar, a Receita Federal compara o valor declarado com uma tabela.


Nela, constam as alíquotas a serem aplicadas de acordo com o rendimento declarado. Elas podem variar conforme o ano em questão. Se você quiser consultar a tabela de base para o cálculo anual do IRPF, pode conferi-la abaixo:


Como consultar extrato do Imposto de Renda

Depois de enviar a declaração, você pode acompanhar o processamento por meio do Extrato da Declaração do IRPF. É possível verificar se a declaração está em análise, se foi processada, se há pendência e se o pagamento das quotas está correto.


Para ter acesso ao extrato, é preciso gerar um código no site da Receita Federal, informando o seu CPF ou CNPJ.


Depois, com ele em mãos, basta acessar este link – também disponível no portal oficial do órgão – para acompanhar sua declaração. Ele dá acesso ao e-CAC, o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte.


Quais investimentos preciso declarar no Imposto de Renda?

É preciso declarar no Imposto de Renda os investimentos de acordo com os informes de rendimento. Eles são fornecidos pela instituição financeira que gerencia a sua aplicação. Até investimentos isentos de IR, como a Poupança e as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), devem constar no documento.


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O rendimento de tais aplicações é informado junto à declaração de seus demais ganhos, feita através do programa ou aplicativo que citamos anteriormente. A seguir, você confere mais informações referentes ao processo.


Acesse o post “Como declarar ações no Imposto de Renda” e descubra as regras de ouro para não cair na malha fina.


No vídeo a seguir, André Bona fala sobre 8 investimentos isentos de Imposto de Renda. Vale lembrar que não é só porque o investimento não é tributado que ele não deve ser declarado.


Como declarar meus investimentos no Imposto de Renda

Na hora de preencher os dados referentes aos seus investimentos, é fundamental ter em mãos as informações referentes a todas as suas aplicações.


Geralmente, as próprias instituições financeiras (bancos e corretoras) ou mesmo a bolsa de valores (Bovespa) disponibilizam para o investidor um demonstrativo, chamado “Informe de Rendimentos”, no qual constam todos os dados sobre valores a serem declarados.


É possível receber esse documento por e-mail, ou consultá-lo direto no site do banco ou da corretora.


Ao fazer a declaração, é necessário tomar cuidado com outros equívocos comuns. Conforme destacamos anteriormente, um simples erro de digitação no valor pode fazer a Receita desconfiar que você está sonegando impostos.


É preciso lembrar também que, embora os investimentos em LCI, LCA e Caderneta de Poupança estejam isentos de IR, eles devem ser listados na sua declaração.


Quanto aos demais, é importante estar atento para não confundir os códigos ou informá-los nos campos errados, já que a tributação para cada um pode ser diferente.


No caso da LCI, é importante não a declarar como se fosse um FII, que é o Fundo de Investimento Imobiliário.


Outra situação que exige atenção do investidor é o rendimento feito e resgatado no mesmo ano, que deve ser informado na seção específica “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”. O valor inicial da aplicação não precisa ser listado na seção Bens e Direitos – o que interessa é informar o lucro obtido.


Por exemplo:


Você aplica R$ 5.500 no Tesouro Direto em fevereiro e resgata o valor em outubro, com um lucro líquido de R$ 320. Como o investimento foi iniciado e resgatado no mesmo ano, a posição no fim de dezembro é igual a R$ 0. Nesse caso, o que interessa à Receita são os R$ 320 obtidos como lucro.


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Como declarar ações no Imposto de Renda

A última questão que gera muitas dúvidas se refere ao investimento em ações. Seu valor deve ser registrado de acordo com o preço médio de aquisição, e não conforme o valor de mercado dos papéis, sublinha Cid. Em outras palavras, na declaração não se deve alterar o valor das ações conforme as oscilações.


O primeiro passo para declarar ações no Imposto de Renda é reunir as informações das suas movimentações realizadas no ano calendário. Solicite também o Informe de Rendimentos à corretora ou banco de investimentos que você fez as operações.


Feito isso, basta fazer a apuração dos lucros e preencher os dados no sistema. Vale lembrar que é preciso preencher os dados das operações isentas (dividendos e vendas mensais abaixo de R$20 mil), além das sujeitas à tributação (Juros sobre Capital Próprio, operações Day Trade e vendas superaram R$20 mil).


Vale lembrar que, se você estiver começando a investir agora e tiver muitas dúvidas quanto à forma correta de declarar seus rendimentos, é possível contar com o auxílio de um contador.


Como surgiu o Imposto de Renda?

A história do Imposto de Renda remonta ao século 18, na Inglaterra. Em 1799, o país precisava angariar recursos para bancar sua guerra contra a França de Napoleão. Assim, o primeiro-ministro William Pitt bolou plano para que os cidadãos de certa renda emprestassem ao governo.


A primeira ideia apresentada aos diretores do Banco da Inglaterra foi apelidada de “empréstimo de lealdade”. O objetivo era propor ao Parlamento a instauração de uma lei que determinasse que todos os detentores de rendimentos elevados seriam obrigados a emprestar parte dela.


O plano teve que ser reformulado diversas vezes. Em 1799, começou a vigorar o imposto que considerava a renda como uma matéria tributável. É claro que a medida gerou controvérsias e descontentamento para grande parte da população.


Curiosidade:

No Brasil, o Imposto de Renda foi instituído em 1922. Por se tratar de um tributo novo e complexo, também foi alvo de contestações. O escritor Monteiro Lobato foi um dos principais críticos do IR. Ele julgava que essa medida asfixiava ainda mais as finanças da sociedade.


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E não se esqueça: o prazo para enviar sua declaração de IR 2020 termina no dia 30 de junho!



O conteúdo disposto neste artigo foi originalmente publicado no blog do BTG Pactual Digital, sendo toda a responsabilidade, direitos autorais e crédito devido a seus autores.

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